Roberto Hottinger

outubro 13th, 2011

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Roberto Hottinger (1875 - 1942) foi um professor e pesquisador suíço-brasileiro.

Era diplomado em medicina veterinária pela Universidade de Zurique, onde foi assistente do patologista Zschokke e assistente de Frederick Pearson Treadwell, um dos maiores cultores da química analítica.

Foi contratado por intermédio da legação brasileira em Berna para ser professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Na USP foi professor de Zootécnica Geral e Especial, Veterinária e Higiene dos Animais Domésticos, Bioquímica, Físico-Química e Eletroquímica do curso de Engenharia Química.

Junto com Adolfo Lutz e Vital Brasil, entre outros, foi sócio fundador da extinta Sociedade Científica de São Paulo.

Pesquisava processos para combater moléstias próprias do Brasil. Sua descoberta mais conhecida é a do aproveitamento da ação oligodinâmica dos metais, tendo conseguido com prata coloidal uma perfeita esterilização da água, descoberta essa que ficou conhecida como processo Salus para esterilização, consistia em revestir de prata coloidal as partes internas de recipientes cerâmicos, o que eliminaria as bactérias presentes na água.

Junto com o farmacêutico e médico Geraldo Horácio de Paula Souza escreveu diversos artigos a respeito da má qualidade das águas, principalmente as do Rio Tietê e pesquisou métodos para esterilização de água.

O poder revolucionário da nanotecnologia

abril 11th, 2011

27 de setembro de 2009

Nanotecidos não molham nem mancham. Nanocristais de óxido de zinco podem ser utilizados para fabricar telas ou filtros solares invisíveis, capazes de bloquear a luz ultravioleta. Nanocristais de prata matam bactérias e previnem infecções.

Novos produtos como esses, que parecem mágicos, começam a fazer parte de nosso cotidiano, como resultado do progresso da nanotecnologia, um dos campos emergentes mais fascinantes e promissores da ciência e da tecnologia. Altamente interdisciplinar, a nanotecnologia envolve física, química, biologia, ciência dos materiais e praticamente todas as disciplinas da engenharia.

Para entender a nanotecnologia, é essencial que compreendamos o mundo nano, ou seja, um mundo de dimensões muito pequenas. Em grego, nanós significa anão. Daí a palavra nanico. Antes de mais nada, recordemos o significado de um nanômetro. Todos sabemos que o metro tem 100 centímetros. Ou mil milímetros. Ou um milhão de micrômetros. Ou um bilhão de nanômetros. Logo, o nanômetro é um submúltiplo que equivale a um bilionésimo do metro.

E os materiais construídos nessa escala apresentam propriedades físicas e químicas bastante diferentes, graças aos efeitos da mecânica quântica. Embora os dispositivos dessas dimensões sejam utilizáveis há muitas décadas, no campo dos sistemas microeletromecânicos (MEMS, na sigla em inglês) as técnicas para operar em nanoescala se tornaram essenciais para a engenharia, e os materiais de nanoengenharia começaram a surgir em produtos de consumo.

No mundo nano, a superfície da partícula é maximizada. Isto lhe dá propriedades distintas do mundo macro. A superfície nano faz com que, por exemplo, os átomos falem melhor entre si e passem a interagir em cooperação. O nanoalumínio não é mais um material inerte como o metal alumínio e passa a ser um perigoso explosivo. A platina e o ouro são inertes. A nanoplatina, no entanto, passa a ser um poderoso catalisador, acelerando a velocidade das reações químicas. O ouro nanométrico tem propriedades radicalmente diferentes do metal em seu estado normal.

Existem duas razões principais para as diferenças qualitativas no comportamento dos materiais em nanoescala. Primeira: os efeitos da mecânica quântica que se manifestam e passam a atuar nas dimensões muito pequenas – e conduzem a uma nova física e nova química. Segunda: uma característica essencial da nanoescala é a relação entre uma superfície muito grande e o volume dessas estruturas.

Com seu desenvolvimento acelerado em todo o mundo, a nanotecnologia tende a popularizar-se rapidamente. Em poucos anos, ouviremos diariamente alguns neologismos como nanomundo, nanoalumínio, nanoplatina, nanochip, nanotubos, nanocomputador, nanorrobôs, nanoeletrônica, nanocristais, nanofiltros, nanomáquinas, nanomanipulação, nanomateriais e nanoterrorismo.

A nanotecnologia trabalha com partículas ou objetos entre 10 e 100 nanômetros, isto é, em escala atômica ou molecular. Para se ter uma idéia, um nanômetro pode comportar até 7 átomos alinhados. E um nanotubo de carbono é 100 mil vezes mais fino que um fio de cabelo.

Para aprofundar a discussão desse mundo nano, entrevistei na semana passada o professor Henrique Eisi Toma, professor titular do Departamento de Química Fundamental do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), um dos maiores especialistas em nanotecnologia do Brasil. O professor Toma é autor, entre outros, do livro O Mundo Nanométrico (Ed. Oficina Textos, São Paulo, 2009). Vale a pena ler esse livro, escrito, aliás, em linguagem acessível à maioria das pessoas.

Para o professor da USP, a nanotecnologia fará, seguramente, uma revolução muito maior do que a da microeletrônica. Com ela, surgirão a nanoquímica, os nanoplásticos, os nanotêxteis, a nanoeletrônica e até os nanocosméticos. É um mundo tão amplo que dificilmente nos damos conta de que sua existência está na natureza e que o homem quer reproduzir. Uma faca de cozinha com fio de corte nanométrico será superafiada. Pode até ser perigosa, pois basta que ela encoste na pele e já estará cortando.

Quem primeiro concebeu a idéia de nanotecnologia? O físico norte-americano Richard Feyman, considerado o criador do conceito da nanotecnologia, ao proferir uma palestra na Sociedade Americana de Física, com o título de Há muito espaço lá em baixo (There’s plenty of room at the bottom). Ele começou sua palestra observando que a oração do Pai Nosso já havia sido escrita sobre a cabeça de um alfinete. Em seguida, perguntou ao auditório: “Por que não podemos escrever os 24 volumes da Enciclopédia Britânica nessa mesma cabeça de alfinete?”

Entre outros cientistas que contribuíram para o desenvolvimento dessa ciência e tecnologia estão o alemão Gerd Binning e o suíço Heinrich Roher, da IBM, laureados do Prêmio Nobel de Física de 1986 pela descoberta do microscópio não-óptico STM (scanning tunneling microcospe), que permite visualizar e manipular átomos na superfície de partículas e ajudaram significativamente a desenvolver a nanotecnologia.
Em 1991, Sumio Iijima, da NEC Corporation, descobriu os nanotubos de carbono, nos quais o carbono assume a forma de tubos reticulados.

Para corrigir equívocos e eliminar preconceitos que se divulgam sobre esse mundo de dimensões nanométricas e sobre a nanoescala, o professor Henrique Toma, explica: “O mundo nano não é coisa nova, artificial, criada pelo homem. Ele está na natureza e em nós mesmos, nas biomoléculas que promovem a vida. Ele está no arco-íris, na asa da borboleta, no brilho das pedras e do asfalto, e em tudo que ingerimos, do leite ao café, e respiramos”.

As propriedades incríveis de alguns elementos ou substâncias quando em dimensões nano são explicadas pela mecânica quântica. Esse mundo nano tem conquistado espaços cada vez mais avançados na pesquisa científica e tecnológica. O Prêmio Nobel de Física de 2007, por exemplo, foi concedido aos pesquisadores Albert Fert, francês, e Peter Grünberg, alemão, pela descoberta da magnetorresistência gigante, efeito quântico observado em filmes finos compostos de camadas alternadas de metal ferromagnético e não magnético. O efeito foi descoberto em 1988, com a utilização de camadas de ferro-cromo (Fe/Cr).

A magnetorresistência gigante tem muitas aplicações tecnológicas no mundo moderno. A maior delas é, sem dúvida, na área de armazenamento de dados, pois, atualmente, todos os discos rígidos de computador são baseados nessa tecnologia. Outra aplicação é em memórias de acesso aleatório não voláteis. A descoberta da magnetorresistência gigante marca o nascimento da spintrônica.

Mas o que é spintrônica? Também conhecida como magnetoeletrônica, o neologismo spintrônica designa a “eletrônica baseada em spin”, tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin, em inglês), bem como a possibilidade prática de usar o estado de suas cargas elétricas para armazenar informação.

A spintrônica diz respeito a dispositivos eletrônicos que executam operações lógicas baseadas não apenas na carga elétrica dos elétrons transportadores (tipo n ou tipo p), mas também em sua spin. Assim, por exemplo, a informação pode ser transportada ou armazenada através dos estados de spin-up ou spin-down dos elétrons.

Entrevista
A seguir, a síntese do meu diálogo com o professor Toma.

Uma das coisas mais surpreendentes é a mudança de comportamento de diversas substâncias, quando se encontram reduzidas a partículas nanométricas. Como se explica a mudança de propriedade de materiais ou substâncias quando sob a forma de nanopartículas?
Essa é uma questão fundamental que está relacionada com a dimensão nanométrica, isto é, na faixa de 1 a 100 bilionésimos do metro (0,000.000.001 metro). Para se ter uma ideia, um nanômetro pode comportar até 7 átomos alinhados. E um nanotubo de carbono é 100 mil vezes mais fino que um fio de cabelo.
Veja que um objeto nanométrico pode conter apenas alguns átomos ou até dezenas de milhares de átomos. Muitos nos perguntam: ora, se a química e a biologia sempre lidaram com átomos e moléculas, qual é a novidade da nanotecnologia?
Conceitualmente, a diferença está no tamanho, na organização e nas ferramentas utilizadas no contexto nano. A química e a física são governadas por fenômenos estatísticos, mediante colisões entre as partículas. As partículas (átomos e moléculas) movem-se espontaneamente ao sabor da energia térmica. Quando as aquecemos (fornecemos calor), as moléculas se movem mais rapidamente e colidem entre si com maior frequência. Das milhões de colisões que ocorrem a cada segundo, apenas algumas são produtivas, e levam a uma transformação química (ou reação química). Por isso, a química é intrinsecamente pouco eficiente.
Nos sistemas biológicos, a natureza vem aperfeiçoando a química já há alguns bilhões de anos. Surgiram as biomoléculas, formadas por alguns milhares de átomos, que evoluíram para realizar transformações químicas com maior eficiência, por meio do efeito cooperativo de vários grupos, simultaneamente. Na química, se um processo necessita da colisão de três ou mais partículas (moléculas), a probabilidade de sucesso será quase nula. É como se estivéssemos tentando acertar uma loteria de 2 números, e depois passássemos para 3 ou mais números. Quanto maior o número, menor é a chance de acerto casual.
Na biologia, as moléculas organizam-se de tal maneira, formando um agrupamento estratégico, que permite que elas atuem simultaneamente ou em sequência, realizando transformações que seriam quase impossíveis de acontecer na química. Por exemplo, esse tipo de ação explica como a energia é capturada e transformada através da fotossíntese, ou na cadeia respiratória.
Se não fosse assim, nós queimaríamos os alimentos como se fossemos um motor a combustão, perdendo muita energia sob a forma de calor, e gerando produtos indesejáveis que detonariam por completo a máquina biológica. Qual é o ponto mais importante dessa comparação? Os sistemas biológicos funcionam por meio de biomoléculas, que têm dimensões nanométricas, e atuam como nanomáquinas, realizando ações de alta complexidade, tornando possível a vida.
Além da questão de tamanho e organização, existe outro ponto muito importante a ser lembrado. Na dimensão nanométrica, estamos na fronteira entre o clássico e o quântico.

Qual seria a diferença entre clássico e quântico?
O mundo quântico é o mundo das partículas muito pequenas, já na escala atômica e subatômica. Ele difere do mundo clássico por uma propriedade descrita pela primeira vez em 1924 pelo físico francês De Broglie, que estabelece uma dualidade entre partículas e ondas.
Quanto menores forem as partículas, mais pronunciado será o comportamento de onda. Esse fato revolucionou toda a física, abrindo caminho para o surgimento da mecânica quântica, que é a teoria que melhor explica a química, por meio das interações eletromagnéticas que envolvem os elétrons, prótons e luz.
No mundo nanométrico, as partículas já começam a incorporar aspectos quânticos importantes. Sabemos, por exemplo, que um sólido é formado por átomos, que se ligam através dos elétrons, como se fosse uma cola, envolvendo-os completamente no interior da matéria. Entretanto, os átomos que estão na superfície do sólido não têm sua capacidade de ligação totalmente satisfeita (pois não existem átomos do outro lado para se ligar). Por isso, esses átomos têm um comportamento diferente daqueles que estão no interior dos materiais.
Normalmente, os átomos da superfície são mais reativos quimicamente. Não causa surpresa que a superfície dos sólidos esteja sempre contaminada pelas espécies presentes no meio ambiente. Nos corpos macroscópicos, a maioria dos átomos está no interior, e geralmente a superfície tem um papel secundário.  Entretanto, nos objetos nanométricos, grande parte, senão a maioria, dos átomos está na superfície.
Esses átomos têm um comportamento químico diferente, pois sua capacidade de ligar-se a outros átomos ainda não foi esgotada.  Em alguns casos, como nas nanopartículas de prata, cobre e ouro, os elétrons remanescentes nos átomos superficiais movem-se coletivamente, como ondas, denominadas plasmônicas.
Essas ondas na superfície das nanopartículas espalham a luz de um modo especial, gerando uma cor muito intensa. Por isso, as nanopartículas de prata e ouro são fortemente coloridas, com tons que variam do alaranjado ao violeta. São elas que decoram os belíssimos vitrais das igrejas medievais na Europa e objetos cerâmicos conhecidos desde a época do Império Romano, como o copo de Licurgos, exposto no Museu Britânico, de Londres.

Como poderão esses plasmons revolucionar o mundo da eletrônica e da comunicação no futuro?
Por meio da chamada ressonância plasmônica de superfície. Hoje a luz é conduzida através das fibras ópticas, que atuam meramente como um meio condutor, envolvido por um material que impede o seu escape para fora. Mas a luz, quando atinge um filamento de nanopartículas de ouro, pode propagar-se através desse metal, conduzida pelos elétrons de superfície (plasmons), que agem como se fossem guias de onda. Dependendo do formato (esférico ou cilíndrico) das nanopartículas, é possível modificar as propriedades da luz, abrindo perspectivas muito interessantes na área de transmissão e processamento de sinais.

O ouro e outros metais têm comportamentos surpreendentes, quando em escala nanométrica, não?
Sim. E outra curiosidade: se tivermos uma lâmina de espessura nanométrica de ouro, e nela fizermos nanofuros, e depois incidirmos luz, observaremos que a luz que passa pelos nanofuros é mais intensa do que  antes. Esse fenômeno, descrito como intensificação gigantesca de luz, é provocado pelos plásmons de superfície. É como se, nas bordas dos orifícios, as ondas da luz se somassem às ondas dos elétrons de superfície, tornando-se mais intensas. Não é preciso muita imaginação para supor que, no futuro, esse tipo de tecnologia venha ter seu lugar no mundo fotônico dos displays e comunicação.
Outro fato interessante é que as nanopartículas de ouro são sensoriais. Quando elas se aproximam, as ondas plasmônicas interagem, provocando mudança de cor, geralmente do vermelho para azul. Por isso, as nanopartículas podem ser modificadas como anticorpos, para reconhecer antígenos, em análises clínicas. Além disso, a luz espalhada pelas partículas pode ser modificada pelas moléculas existentes em sua superfície, devido a um fenômeno conhecido como Efeito Raman. Esse efeito, no caso de nanopartículas de ouro, é extremamente intenso, e a análise da luz espalhada permite traçar a impressão digital da espécie química com altíssima sensibilidade, que pode chegar a uma única molécula.
Assim, pelo fato de modificar as propriedades dos átomos de superfície, toda a química e a física dos materiais é alterada na escala nano.

Há exemplos de fatos e/ou fenômenos da natureza que inspiram pesquisas em nanotecnologia ou de interesse para a pesquisa nanotecnológica. Além do caso das patas das lagartixas quando andam no teto sem cair, seria o mesmo com os fenômenos de iridescência (das asas das borboletas, da madrepérola, das bolhas de sabão, do arco-íris)?
Eu gosto de dizer que o nosso mundo é essencialmente nanométrico, para afastar aquela ideia de que a palavra nano seja algo que possa assustar. Na natureza, graças à organização dos constituintes em nível nanométrico, gera-se uma ordem que dá origem a muitas novas propriedades. Uma delas é a cor nano.
Na realidade, a luz visível é formada por ondas (eletromagnéticas) com tamanhos entre 400 e 760 nanômetros. São essas ondas eletromagnéticas que conseguem impressionar os sensores fotoquímicos de nossa retina, para gerar os impulsos que formam a visão em nosso cérebro.
Os materiais estruturados atuam como uma rede, ou peneira, que só deixa passar a luz cujo comprimento de onda coincida ou for múltipla do espaçamento das unidades repetitivas dos mesmos. Esse fenômeno é conhecido como difração. Quando essa condição não é satisfeita, ocorre interferência da luz, e ela se cancela.
Pelo fato de a luz ter dimensões nanométricas, muitos objetos nanoestruturados apresentam coloração nano, geralmente reconhecida pelas características iridescentes. É o caso da asa da borboleta, das belas e caríssimas pedras de opala, e até dos olhos azuis.

Que aplicações poderia ter essa cor nano?
Muitos setores da tecnologia já trabalham nas cores nano, para produzir revestimentos coloridos sem o uso de pigmentos, ou que mudam de cor mediante estímulos físicos ou químicos (efeito camaleão). Essa propriedade é muito interessante, e está sendo empregada nos chamados cristais fotônicos, que exibem diferentes cores em função de uma voltagem aplicada, para uso em displays e outdoors.

E as propriedades ligadas à água?
A exploração das forças que ligam a superfície de um material ao meio exterior constitui outro recurso fantástico da natureza. Dependendo dessas forças, uma superfície pode ter muita afinidade pela água (superfície hidrofílica), ou pode ter afinidade oposta, repelindo-a (superfície hidrofóbica).
Neste último caso, os materiais passam a ter afinidade por substâncias imiscíveis em água, como o óleo. Por meio de modificações químicas, é possível deixar uma superfície hidrofílica ou hidrofóbica. Porém, quando além desse efeito, se incorpora uma rugosidade em escala nanométrica – por exemplo, meiante depósito de nanopartículas –, o resultado é um efeito super-hidrofóbico.

E como podemos usar esse efeito em nosso benefício?
Nesse caso, como a água não consegue ficar parada sobre a superfície do material, ela acaba carregando todos os detritos de sujeira, tornando o material autolimpante. Esse feito também é conhecido como Efeito Lótus, observado através das gotículas brilhantes de água que ficam dançando sobre as folhas dessa planta aquática.
Alguns insetos e répteis exploram com sucesso o Efeito Lótus, graças às nanopilosidades em suas minúsculas patas ou asas, e dessa forma patinam sobre a água ou não se molham pela chuva. Outros, como as lagartixas, utilizam o efeito inverso, gerando aderência sobre superfícies devido aos milhões de nanocontatos que atuam como ventosas.
Esses fatos não são mera curiosidade. Na realidade o Efeito Lótus já está sendo aperfeiçoado pela nanotecnologia para gerar tecidos e revestimentos autolimpantes, aplicados em vários produtos no mercado, principalmente em roupas de trabalho, capas de chuva e artigos esportivos.
Existem diversos projetos científicos e tecnológicos dirigidos para o tratamento de superfície de tubulações, mediante o uso do Efeito Lótus, visando a melhorar o escoamento de fluídos. Uma conquista de enorme impacto estaria, sem dúvida, no setor do petróleo, no qual a lentidão do escoamento gera perdas enormes em termos de custo e desempenho. Da mesma forma, superfícies autoaderentes estão sendo desenvolvidas por intermédio da nanotecnologia para serem utilizadas em processos nos quais não é interessante o uso de colas.

Para o leigo, como para cientistas do passado, parecia impossível que pudéssemos manipular átomos e moléculas um a um, e com eles produzir objetos, peças, máquinas ou robôs. Como foi possível tal conquista? Que recursos básicos são requeridos para esse trabalho de manipulação de átomos e moléculas? Que contribuições à nanotecnologia nos deram avanços como o efeito de tunelamento (tunneling effect)?
A manipulação de átomos de moléculas, na realidade, é mais um conceito do que uma prática. Realmente é possível fazer isso, com enorme precisão, por meio das ferramentas como as microscopias de varredura de sonda, conhecidas como AFM (atomic force microscopy) e STM (scanning tunneling microscopy).
O segredo dessas técnicas é conseguir que uma pequena ponta se movimente com alta precisão, em passos subnanométricos. Na realidade, isso não é muito complicado. Existem cristais conhecidos com o nome de piezoelétricos, que mudam de tamanho quando aplicamos uma pequena voltagem, e vice-versa. Esses cristais são utilizados nos fones de ouvido e equipamentos de som, para transformar impulsos elétricos em som e vice-versa.
Quando uma minúscula ponta é colada sobre um cristal piezoelétrico, ela passa a deslocar-se com precisão atômica, mediante simples aplicação de uma voltagem.  Para obter uma imagem, temos ainda de medir a força da interação da ponta com a superfície da amostra.
Isso pode ser feito por atenuação da vibração sofrida pela ponta (sonda) oscilante quando ela se aproxima da superfície (AFM), ou pela coleta dos elétrons que fluem da superfície para a ponta, quando o material tiver características metálicas. Essa descoberta valeu o Prêmio Nobel a Gerd Binnig e Heinrich Rohrer em 1986.
A microscopia de varredura de sonda (AFM, STM) tornou-se uma ferramenta essencial na nanotecnologia, por oferecer mais do que uma simples imagem da superfície com resolução atômica. Ela também permite obter informações importantes sobre a natureza química da superfície, tipos de átomos, distribuição de cargas elétricas, sítios magnéticos, condutividade, aderência etc. Hoje é possível programar o microscópio de força atômica e tunelamento para realizar deslocamento de átomos, e dessa forma fazer desenhos e gravar informações em escala nanométrica.
Entretanto, embora seja possível, essa técnica não foi planejada para realizar montagens de objetos ou máquinas nanométricas, por meio da manipulação de átomos. Essa tarefa levaria um tempo imenso para ser conduzida, teria um custo exorbitante e não teria boas perspectivas de sucesso, a não ser em casos muitos simples.

Qual é solução, então?
A única solução para isso é o desenvolvimento de sistemas químicos inteligentes, capazes de se montar de forma espontânea (automontagem), em condições ambientes, com baixa demanda de energia e baixo índice de falhas. Essa abordagem já existe, e é conhecida como supramolecular. Justamente é essa a abordagem utilizada pelos sistemas biológicos, e que tem sido a meta principal do nosso laboratório na USP.
Na abordagem supramolecular, podemos gerar uma molécula capaz de, por exemplo, absorver luz e ligá-la a outra, que consegue utilizar essa luz para emitir elétrons, depois conectá-la a uma nanopartícula que recebe esses elétrons, gerando uma corrente elétrica. O resultado é uma nanomáquina que converte luz em eletricidade, da mesma maneira como acontece na fotossíntese. Neste último caso, os elétrons são utilizados para alimentar um sistema que leva à produção de açúcares.

Como é esse conceito de nanomáquina ou nanorrobô? Um desses minúsculos robôs se parece com os tradicionais, isto é, tem rodinhas, braços e antenas?
O conceito de nanomáquinas e nanorrobôs está relacionado com a simulação das biomoléculas naturais, que de fato agem como tais. Só que elas não terão rodinhas, nem braços ou antenas. Serão simplesmente moléculas associadas de forma inteligente, projetadas e programadas para uma determinada função, com uma arquitetura própria, funcional.
No futuro, essas entidades supramoleculares poderão de fato agir como nanorrobôs, ao incorporar propriedades sensoriais e de comunicação com o meio externo, para responderem a estímulos e alterar sua programação. Essas entidades poderão ser bastantes úteis na detecção e solução ou remediação de problemas em nosso organismo, e já estão sendo pensadas para uso até em outras situações, como na prospecção e exploração do petróleo.
Entretanto, algumas décadas ainda nos separam dessa futura realidade.

O senhor crê na possibilidade de desenvolvimento de nanorrobôs?
A idéia de nanorrobôs sempre esteve associada ao pensamento original de Eric Drexler, que foi uma inspiração para a era nano. Ao demonstrar a possibilidade de construir engrenagens e máquinas de dimensões nanométricas, Drexler fez o mundo mergulhar nos enredos dos filmes de ficção, como A Viagem Fantástica, e chamou a atenção do mundo para a tecnologia nano.
Na prática, usando as ferramentas mais sofisticadas, talvez sejamos capazes de construir um nanorrobô para alguma finalidade muito específica. Contudo, não seria compensador, sob qualquer ponto de vista, a não ser para contemplar. Os cientistas acreditam que é melhor investir no desenvolvimento da automontagem, construindo peças moleculares em abordagem convergente, isto é, para serem encaixadas no momento certo, para gerar uma máquina útil.
É como trabalhar com peças de Lego. Isso é perfeitamente viável. Essas máquinas, depois, poderiam ser novamente trabalhadas no sentido convergente, para gerar uma entidade mais articulada, talvez um nanorrobô. Dá para fazer com Lego, mas ainda ainda é um sonho supramolecular.

Não lhe parece ainda pura ficção que os nanorrobôs possam se autorreplicar? Quando iremos produzir máquinas mais simples capazes de autorreplicar-se? Já se faz algo nessa área?
Moléculas autorreplicantes foram, de fato, descritas há cerca de uma década, porém sem qualquer vinculação com os nanorrobôs. Para que uma molécula se autorreproduza, ela deve atuar como um catalisador (multiplicador), e ser capaz de unir as partes segundo a sua própria forma. Ou seja, ela se torna um molde para sua própria fabricação.
Por ser extremamente difícil, essa área evoluiu muito pouco. Eu diria que a autorreplicação é um dos limites ou desafios extremos na química supramolecular. Só não afirmo que é impossível porque o DNA é uma molécula autorreplicante, e é real. Porém precisamos de enzimas (nanomáquinas naturais) para fazer isso.
Quando tivermos um elenco de moléculas autorreplicantes, passarei a acreditar seriamente em máquinas autorreplicantes. Por enquanto, prefiro curtir uma boa leitura de ficção, como o Prey, que, infelizmente, se tornou uma bandeira para as ONGs que combatem a nanotecnologia.

Vi em Paris e na Alemanha manifestações ruidosas de grupos ambientalistas contrários ao desenvolvimento da nanotecnologia. Como i senhor vê essas reações? Que cuidados especiais devem ser exigidos das pesquisas e dos laboratórios de nanotecnologia?
A nanotecnologia é, talvez, a mais abrangente das áreas do conhecimento. Ao contrário da microtecnologia, que teve como foco principal a eletrônica, a nanotecnologia lida com tudo, desde a eletrônica até a medicina. Seu poder de mudanças já foi reconhecido há muito tempo, e é natural que cause preocupações de toda natureza. Porém, alguns mitos precisam ser desfeitos:
a) O nano não é coisa nova, artificial, criada pelo homem. Ele sempre foi parte da natureza e de nós mesmos, por meio das biomoléculas que promovem a vida. Ele está no arco-íris, na asa da borboleta, no brilho das pedras e do asfalto, e em tudo que ingerimos, do leite ao café, e respiramos.
b) Nanopartículas são coisas perigosas e tóxicas. Na realidade a reatividade química das nanopartículas é muito menor que a dos átomos e moléculas. Estas últimas tem ação imediata no organismo, e até matam.  Porém a sociedade aprendeu a lidar com a química, formando profissionais competentes para isso. A química deve ser conduzida por químicos, não por leigos.
As nanopartículas, quando livres ou injetadas no organismo, podem ter efeito positivo ou negativo, dependendo de sua natureza ou propósito. No contexto nano, a quantidade utilizada sempre é muito baixa, pois as nanopartículas estão sujeitas à aglomeração quando em altos teores. A justificativa de seu uso está justamente na baixa quantidade utilizada.   Apesar de não se estar livre de algum nível de toxicidade, ela certamente seria mais branda do que a utilização direta dos ativos transportados pelas nanopartículas. Como acontece com a química, o trabalho com as nanopartículas deve ser regulamentado, exigindo-se competência profissional adequada. Sem dúvida, esse será um item a ser discutido pelos conselhos profissionais.
Na prática, as maiores aplicações das nanopartículas estão na formação dos compósitos, mediante associação com os plásticos (polímeros).  Nesse caso, elas ficam imobilizadas dentro do material para promover seu reforço, e não oferecem qualquer risco para o usuário.
Assim, é importante que não se coloque tudo que é nano, dentro de um mesmo saco. Existe um lado bom e outro ruim em tudo que conhecemos. Nada neste mundo é isento de riscos, e esse é um bom motivo para investirmos na formação de profissionais qualificados na área nano.  Sempre se diz que, no passado, o Brasil perdeu o bonde da microtecnologia. Não podemos perder o bonde da nanotecnologia, que está passando bem à nossa frente!

Professor Henrique Toma, o senhor poderia citar alguns produtos e/ou processos industriais já consolidados, nascidos de avanços da nanotecnologia? Além dos tecidos que não molham, não mancham, um dos materiais especiais mais celebrados são nanotubos de carbono. Há outros tão ou mais importantes? Que aplicações práticas terão, por exemplo, os nanotubos de carbono e outras nanoestruturas de carbono e/ou de outros elementos ou substâncias?
Estamos presenciando no momento à explosão dos materiais que incorporam nanopartículas. São os chamados nanocompósitos. É realmente formidável que a simples incorporação de 1% a 5% de nanopartículas de materiais, como argilas e óxidos, possa alterar drásticamente a qualidade dos plásticos, tornando-os mais resistentes, menos permeáveis ao ar (preservando a qualidade dos alimentos) e mais resistentes à chama, sem comprometer sua reciclabilidade.

E quanto aos custos?
O aumento de custo é insignificante em relação à questão custo/benefício. Com isso, podem-se utilizar menos plásticos (portanto, menor poluição) e aumentar o tempo de vida de prateleira – aspecto crucial em países como o Brasil, onde os produtos são transportados por via terrestre e precisam de embalagens do tipo longa vida.
Empresas brasileiras inovadoras, como a Plásticos Mueller, localizada no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, já demonstraram sua capacidade de produzir nanocompósitos para a indústria automotiva, com vantagens sobre os materiais usados atualmente, por exemplo, pela maior leveza, moldabilidade e segurança para o condutor (não forma estilhaços).

E o caso clássico da prata coloidal?
Nanopartículas de prata estão invadindo todos os setores da industria de fibras e de plásticos por causa de suas propriedades antibacterianas. A prata sempre foi uma grande aliada nossa, como revestimento antibacteriano nos velhos potes de barro. Essa tecnologia introduzida pelo professor Robert Hottinger, da Escola Politécnica, há cerca de 100 anos, realmente salvou milhões de vidas. Hoje ela retorna, camuflada sob a forma de nanocompósitos em utensílios domésticos, refrigeradores e produtos hospitalares.
É interessante notar que as nanopartículas de prata são mais efetivas que os sais de prata utilizados em diversas formulações. E têm um tempo de ação muito maior, atuando em um nível de concentração muito abaixo dos limites de segurança estipulados para esse metal.

Mas, e os nanotubos de carbono?
Os nanotubos de carbono são estruturas nanométricas de carbono de formato cilíndrico que apresentam propriedades inusitadas, por exemplo, a elevada resistência mecânica (maior que a do aço), excelente condutividade elétrica (condução balística) para uso em dispositivos eletrônicos, e leveza.
Contudo, são de alto custo, e sua produção ainda é bastante limitada para uso em larga escala, em nível industrial. Existem várias formas de nanotubos de carbono, pois podem envolver vários tubos concêntricos (um tubo envolvendo o outro), o que pode gerar problemas para sua separação e tratamento.
Dependendo das formas de produção, podem incorporar grandes quantidades de metais, como ferro e seus óxidos no interior, exigindo processamento químico e outras etapas de purificação. Na área de eletrônica, os nanotubos já começam a ceder espaço para os grafenos, que são na realidade os filmes planares de carbono que dariam origem aos nanotubos, quando enrolados.

Que avanços e aplicações poderemos esperar nos próximos: a) 5 anos? b) 10 anos?  c) 15 anos?
Até os próximos 5 anos, os maiores avanços e aplicações ainda estarão ligados ao setor de nanocompósitos, utilizando nanopartículas de argila, dióxido de titânio, óxidos de zircônio, sílica e óxidos de ferro como aditivos de performance em plásticos, tintas, adesivos, têxteis, coberturas e embalagens.
Esse mercado é imenso e inesgotável. Tudo que é feito de plástico hoje poderá ser melhorado com os nanocompósitos. Até o velho pneu, que é feito de borracha e nanopartículas de carbono, já está sendo substituído pelo pneu verde (green tire), incorporando nanopartículas de sílica ou argila. O novo pneu tem melhor desempenho, sofre menos aquecimento e é reciclável.
Em paralelo, outro setor que está tendo enormes benefícios com a nanotecnologia é o de cosméticos, produtos nutricionais e farmacêuticos. Existem muitos motivos para isso: o encapsulamento de ativos, ou sua incorporação em nanopartículas e nanoestruturas porosas, permite a liberação lenta e controlada dos mesmos, melhorando o desempenho global.

Essa liberação lenta e controlada de medicamentos no organismo é, realmente, uma questão relevante?
Sim. Um dos problemas mais graves associados aos produtos farmacêuticos convencionais é o pico de concentração provocado pela ingestão da droga, que pode provocar reações indesejáveis. A liberação controlada evita esse problema.
Ao mesmo tempo, é possível encapsular uma droga que, na forma livre, seria demasiadamente tóxica, tornando-a útil em termos terapêuticos. Em muitas aplicações, especialmente de natureza médica, os ativos nanoencapsulados podem agir no interior das células, se foram programados para tal função.
Nos próximos 10 anos, os nanoprodutos ficarão mais sofisticados. Terão um desenho próprio e uma ação mais avançada em todas as suas aplicações.
Nos próximos 15 anos, haverá um crescimento expressivo na área de materiais moleculares e da nanoeletrônica. Da mesma maneira como já ocorreu com os monitores de televisão e computadores, por intermédio das telas de cristais líquidos (moleculares) e OLEDs (organic light emitting devices), as moléculas deverão invadir os domínios da eletrônica e dispositivos, incluindo sensores, memórias, portas lógicas para processamento.
Não podemos esquecer que são as moléculas que movimentam nosso cérebro, e que este é o melhor computador existente, capaz de executar 17 potências de 10 (100 quatrilhões) em termos de processamento por segundo. Não tem qualquer semelhança com o computador atual, porém é mais eficiente e sua base é essencialmente molecular. Por outro lado, as moléculas têm um padrão de lógica, que bate de longe qualquer dispositivo eletrônico de estado sólido.

Que aplicações médicas podemos esperar desses materiais?
Os materiais moleculares irão invadir a medicina, como já está acontecendo, facilitando o reconhecimento de células cancerígenas e a sua destruição. Poderão atuar diretamente na terapia genética, ou no diagnóstico de problemas em tempo real. As promessas que estamos presenciando nos congressos de nanotecnologia médica ou nanomedicina realmente estão apontando para um futuro incrível, indo desde a regeneração de tecidos e ossos ao tratamento do câncer.

Que outras áreas de aplicações lhe parecem mais sedutoras ou prioritárias? Saúde, medicina, eletrônica, combate á poluição, agricultura? Que problemas poderá enfrentar a nanotecnologia?
Já fiz alguns comentários sobre a saúde e medicina, que sem dúvida terão grandes avanços com a nanotecnologia.  Porém, ao mesmo tempo, irão esbarrar em enormes problemas com as agências reguladoras, como a Anvisa, que, infelizmente, não foram preparadas para lidar com esse tipo de inovação.
A eletrônica já está cada vez mais nano. Os cientistas eletrônicos atualmente só falam em nanopartículas, nanofilmes, nanotubos de carbono, grafenos, nanoferroelétricos, nanoferromagnéticos etc. Todos os avanços conquistados na eletrônica tiveram sua origem no mundo nano. O último Prêmio Nobel, para o inventor dos dispositivos magnéticos de spin, documenta bem esse fato.
O uso da nanotecnologia no combate à poluição será uma consequência do desenvolvimento da área, pois ao mesmo tempo que desenhamos uma nanopartícula magnética para transportar medicamentos, podemos modificá-la para remover um poluente ou inibir a sua ação.
Temos vários exemplos nesse sentido, desenvolvidos em nosso laboratório. A nanotecnologia também poderá contribuir na detecção ou sensoriamento de poluentes, identificando quantidades ínfimas de agentes indesejáveis, e de forma mais eficiente.
Também acredito que a agricultura será uma grande beneficiada do desenvolvimento global da nanotecnologia, tanto pelos novos materiais, novos métodos de análise quanto pelo sensoriamento de doenças e pragas. A Embrapa já está investindo em nanotecnologia, contando com instalações especializadas nessa área.
Além do sensoriamento, como a língua eletrônica que permite classificar bebidas como o vinho, a nanotecnologia poderá contribuir para o aumento da qualidade no setor de conservação e embalagem de produtos agrícolas, retardando a maturação das frutas de exportação e garantindo maior sobrevida e qualidade aos mesmos.

Quando, a seu ver, poderemos esgotar as possibilidades da microeletrônica atual, chegando aos limites moleculares ou atômicos? Como será um nanochip?
O conceito de eletrônica molecular já está demonstrado. Existe, porém, o desafio da arquitetura computacional a ser trabalhada. Estamos numa situação semelhante à da transição da eletrônica de válvulas para a eletrônica baseada nos transistores de estado sólido. Depois teremos de passar para outro desafio ainda maior, que é a integração dos dispositivos em larga escala, que tornou possível o desenvolvimento do chip. Temos, portanto, um longo caminho.
Até lá, poderão surgir outras possibilidades na área nano, por meio da spintrônica e dos dispositivos quânticos. Estes últimos poderão ser movidos por átomos, ainda muito menores que as entidades nano.

Sinteticamente, como poderíamos caracterizar o estado atual de desenvolvimento da nanotecnologia no mundo? O progresso dessa área tem sido realmente muito grande?  Estados Unidos, Europa e Japão têm investido recursos expressivos em P&D nessa área?
Talvez, por estar mergulhado no mundo na nanotecnologia, eu me espanto cada vez mais com os progressos que estão ocorrendo em todo o mundo. Esses progressos ainda estão concentrados no setor acadêmico, mas sua amplitude nos dá uma certeza incontestável de que irão provocar mudanças dramáticas no setor privado.
Essa certeza está fundamentada principalmente no investimento da qualidade dos recursos humanos que atuam em nanotecnologia. Sinto isso diretamente, na medida em que está sendo cada vez mais difícil competir para sobreviver cientificamente nessa área. A área nano já está incluída em todas as revistas científicas, seja em química, física, biologia, medicina, metalurgia, materiais, cosméticos, farmaceuticos, plásticos, texteis ou eletrônica.
O nível das publicações na área nano é extremamente elevado, e o sucesso alcançado já é notável em países até em desenvolvimento, como a Índia e o Irã, principalmente pelo investimento que tem sido feito nesse setor, gerando programas, centros e instalações estratégicas para alavancar as pesquisas e a interação com o setor produtivo.

E no Brasil? Em especial, qual é a situação da USP e de seu laboratório? Os recursos são suficientes? Que grau de prioridade têm essas pesquisas nas universidades brasileiras?
No Brasil, a despeito das dificuldades, temos de reconhecer que a ciência e a tecnologia passam por uma fase de ouro, em termos de estímulos e investimento, quando comparamos com o passado. Na realidade, foi uma evolução gradual iniciada nas últimas décadas, que conduziu o País à honrosa posição de 13º  produtor de ciência no contexto mundial. Como docente, estou bastante orgulhoso da colocação da USP na 38ª posição no ranking das universidades do mundo, à frente da maioria das universidades europeias.
Nosso laboratório vem atuando em quase todas as frentes da nanotecnologia molecular, começando da química até chegar às nanoestruturas complexas e depois aos dispositivos para sensoriamento, fotoconversão de energia, eletrônica e catálise. Em nosso trabalho, temos estimulado o lado empresarial dos nossos alunos, que já formaram suas próprias empresas de nanotecnologia.
Ao longo dos anos, estabelecemos um leque imenso de colaborações, tanto com cientistas quanto com empresários, e estamos atuando intensamente no fortalecimento das relações uUniversidade-empresa, por meio de mais de uma centena de palestras e visitas, incluindo nosso apoio ao evento Nanotec Expo, que tem sido realizado anualmente em São Paulo com grande sucesso, pela iniciativa privada.
Graças aos incessantes contatos e mensagens recebidas, tenho a convicção de que a área nano já faz parte das preocupações da maioria das empresas em São Paulo. Isso reflete uma estratégia que deveria ser mais valorizada e explorada pelo setor governamental, em busca de inovação e transferência de tecnologia.

Acesse a fonte da matéria: http://www.ethevaldo.com.br/Generic.aspx?pid=1438

FAPESP: Filtro de água nanoeletrificado com Prata

setembro 2nd, 2010

acesse a matéria diretamente pelo site da FAPESP: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12715/filtro-de-agua-nanoeletrificado.htm

Cuba de lavadora produzida com polipropileno e prata: efeito bactericida

agosto 31st, 2010
Cuba de lavadora produzida com polipropileno e prata: efeito bactericida

Investir em nanotecnologia tem sido uma das estratégias da Suzano Petroquímica, nos últimos anos, para se lançar em novos mercados e continuar ampliando seus negócios. A empresa é líder na América Latina na produção de resinas de polipropileno e segunda maior produtora de resinas termoplásticas no Brasil, duas matérias-primas versáteis empregadas na fabricação de embalagens plásticas, frascos para cosméticos e produtos de higiene, utensílios domésticos, peças automotivas e produtos têxteis. Em maio passado, a companhia apresentou, durante a 11ª Feira Internacional da Indústria do Plástico, a Brasilplast 2007, realizada em São Paulo, dois produtos elaborados a partir das pesquisas em nanotecnologia: uma resina especial de polipropileno nanoestruturado com partículas de prata utilizada para fabricação de eletrodomésticos da linha branca, como máquinas de lavar roupa, e uma nova resina com nanopartículas para fabricação de fios e fibras para produção de colchões.

A principal característica das duas inovações, de acordo com o engenheiro de materiais Cláudio Marcondes, gerente de desenvolvimento de novos produtos da companhia, é sua ação bactericida e fungicida. A petroquímica prevê que, dentro de três anos, cerca de 10% de sua receita será fruto das pesquisas em nanotecnologia. “Com o uso desse novo ramo do conhecimento, estamos agregando valor aos nossos produtos”, diz Marcondes.

A nova máquina de lavar está sendo produzida em parceria com a Suggar, fabricante de eletrodomésticos no país, com sede em Belo Horizonte. O aparelho é um dos primeiros produzidos no Brasil com o uso de nanotecnologia na matéria-prima. A nanotecnologia – que é a construção de estruturas e materiais em escala nanométrica, em medidas equivalentes a 1 milímetro dividido por 1 milhão de vezes – permite a fabricação de produtos com características diferenciadas, porque modifica as propriedades dos materiais no nível atômico. A resina nanoestruturada de polipropileno com partículas de prata da Suzano é empregada na fabricação da cuba das lavadoras, recipiente onde é colocada a roupa, conferindo ação antimicrobiana à peça. O efeito desinfetante da resina acontece por meio das cargas positivas (íons) da prata – um material conhecido por sua propriedade bactericida há séculos –, que atraem as cargas negativas das bactérias e causam a ruptura de sua membrana celular em função da diferença de potencial entre a parte interna e externa do microorganismo, provocando sua morte.

A nova tecnologia, segundo o diretor industrial da Suggar, Marcelo Emrich Soares, permitirá a eliminação de 99,9% das bactérias que se desenvolvem na cuba das lavadoras, trazendo mais higiene e qualidade ao processo de lavagem de roupas. “O ambiente dentro da máquina fica livre de contaminação e preparado para novas lavagens. A nova resina também confere mais resistência e durabilidade ao produto”, garante Soares. Por enquanto, o polipropileno aditivado com nanopartículas de prata está sendo aplicado apenas na linha de lavadoras semi-automáticas, segmento no qual a Suggar tem participação expressiva, com cerca de 30% das vendas. Mas já existe um entendimento entre as duas empresas para a aplicação da nanotecnologia em outros tipos de eletrodoméstico. Até o momento, a Suzano forneceu 100 toneladas de polipropileno nanoestruturado para produção das lavadoras. Como cada cuba tem cerca de 6 quilos, a matéria-prima é suficiente para fabricação de quase 17 mil máquinas.

Colchões higiênicos - A resina especial utilizada na fabricação de fios e fibras de colchões é outro desdobramento da pesquisa da petroquímica com novos materiais nanoestruturados com prata. De acordo com a Suzano, o desenvolvimento do produto consumiu um ano de pesquisas e sua aplicação é bastante variada, podendo ser usado em colchões de hospitais, residências e hotéis. Outra vantagem é que a ação bactericida do produto não tem prazo de validade. Como a higienização de colchões não é um processo muito comum, a ação da resina contribui para a manutenção de um ambiente saudável, evitando a disseminação de infecções. A resina é fornecida para a fabricante catarinense de produtos têxteis Döhler, que já está produzindo fios e fibras e fornecendo-os para a empresa Castor, responsável pela confecção dos colchões com estruturas nanoestruturadas. “Acreditamos que o produto deverá chegar ao mercado em dois meses”, diz Cláudio Marcondes, da Suzano.

Os trabalhos em nanotecnologia na Suzano são coordenados pelo químico Adair Rangel, que iniciou o estudo e o desenvolvimento de novos materiais nanoestruturados há apenas três anos, quando fazia o doutorado no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nesse período foram investidos R$ 20 milhões em pesquisa nanotecnológica no Centro de Tecnologia da empresa. A unidade abriga cerca de 40 pesquisadores e técnicos. No total, a petroquímica direciona 1,5% de seu faturamento, de cerca de R$ 2,37 bilhões, para a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos. Para viabilizar a fabricação de produtos de alta tecnologia, a companhia já iniciou a construção de uma linha de produção específica, batizada de Unidade Autônoma de Extrusão, localizada na fábrica da Suzano em Mauá, na Grande São Paulo. Ela iniciará sua operação comercial no final do próximo ano e terá capacidade para produzir 24 mil toneladas anuais de resinas especiais. O grande desafio da empresa, segundo Marcondes, é desenvolver não apenas novas resinas de polipropileno com nanopartículas, mas também fazer com que elas possam ser processadas no maquinário já instalado no parque fabril nacional que compra as resinas da Suzano.

No ano passado, a Suzano registrou sua primeira patente em nanotecnologia, voltada para a obtenção de nanocompósitos com polipropileno e argila, empregando uma nova rota para compatibilizar os dois materiais. O novo material apresentou considerável avanço em suas propriedades mecânicas, como rigidez e resistência a impactos, e de barreira, relacionada à permeabilidade. “Ainda não lançamos nenhum produto com ele. Nosso objetivo no momento é apresentar o potencial das resinas de polipropileno nanoestruturadas”, diz Marcondes.

Tábua de carne - Um dos primeiros produtos nanotecnológicos da empresa foi revelado ao público no final de 2006 no II Congresso Internacional de Nanotecnologia (Nanotec), realizado em São Paulo. Foi uma resina de polipropileno com nanopartículas de prata – uma primeira versão do material utilizado na fabricação da máquina de lavar e dos colchões. A principal aplicação dessa resina é o mercado de utensílios domésticos. Com ele, a Suzano desenvolveu protótipos de uma tábua para cortar carne e de um pote plástico para acondicionar alimentos. “O pote aumenta consideravelmente o tempo de conserva de alimentos”, diz Marcondes. Já a tábua de cortar carne está livre da contaminação por bactérias que costumam se alojar nas reentrâncias provocadas pela faca. “Estamos incentivando uma de nossas parceiras, a Reflet, a produzir utensílios domésticos com a resina nanoestruturada, que é cerca de 10% mais cara do que a convencional”, diz o executivo.

A Suzano também trabalha no desenvolvimento de filmes nanoestruturados com íons de prata, que serão empregados na fabricação de embalagens para frutas, gêneros alimentícios e outros produtos. Em breve a companhia espera depositar duas novas patentes relacionadas a outras nanopartículas em áreas de aplicação com polipropileno, que, por enquanto, não podem ser detalhadas. De acordo com Marcondes, o volume de produção das resinas nanoestruturadas ainda é pequeno, mas tende a crescer na medida em que a população perceber o valor agregado dos novos produtos fabricados com elas. “A nanotecnologia nos oferece um potencial ilimitado. Estamos na pontinha do iceberg”, destaca.

Com capacidade para produzir 685 mil toneladas por ano de resinas de polipropileno, a Suzano vende produtos no mercado nacional para mais de 500 clientes e os exporta para cerca de 40 países. A petroquímica conta com três fábricas, localizadas em Mauá, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e no pólo petroquímico baiano de Camaçari. Juntas, elas fabricam mais de 60 produtos. A companhia, de capital nacional, é controlada pela Suzano Holding, que também é a principal acionista da Suzano Papel e Celulose. Investimentos atualmente realizados nas fábricas de Mauá e Duque de Caxias ampliarão a capacidade de produção da petroquímica em mais 190 mil toneladas por ano até 2008, o que vai garantir a liderança da empresa na América Latina no negócio de polipropileno.

visite site original em: http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/search/label/FAPESP

Medicamento para agropecuária com princípio ativo de Prata Coloidal

agosto 31st, 2010
Collargolina Caixa 20 frascos, 10mL

Collargolina Caixa 20 frascos, 10mL

- Fabricante.:

Uzinas Chimicas

Fórmula:
Cada ampola de 5mL contém:
Colargol ( Prata Coloidal ) . . . . . . . 0,060g
Veículo estabilizante q.s.p. . . . . . 5,000mL

Indicações:
Bovinos de corte, Bovinos de leite, Cães, Caprinos, Eqüinos, Ovinos e Suínos

Tratamento de diarréias de origem infecciosas dos animais, como o curso negro e curso de sangue.

Propriedades
Colargol ou prata coloidal possui uma poderosa ação bacteriostática e que quando injeta, provoca uma intensa leucocitose aumentando a resistência orgânica do animal contra os processos infecciosos, além dessas propriedades, o colargol exerce uma ação oxidativa sobre as toxinas bacterianas reduzindo-as a substâncias inócuas ao organismo do animal.

Dosagem:
Bovinos e Eqüinos adultos: 10mL.
Bezerros, Potros, Suínos, Ovinos e Caprinos: 5mL.
Leitões, Caninos e Cabritos: 2mL.

Administração:
-Aplicar por via intramuscular, ou, preferencialmente, por via intravenosa.
-As doses bem como as refeições, serão de acordo com os sinais clínicos ou segundo critério do Médico Veterinário.

Precauções:
-Não prolongar o tratamento por mais de 3 dias.
-Manter a embalagem fechada em local fresco e seco, ao abrigo da luz solar e fora do alcance de crianças e de animais domésticos.

Apresentação:
Caixa com 30 ampolas de 5mL
Caixa com 20 frascos ampola de 10mL

Classe Terapêutica:
OUTROS

Princípio(s) Ativo(s):
OUTROS

Registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:
247/1.970

Responsável Técnico:
Thaís Marino Silva Girio - CRMV: 17.469

Serviço de Atendimento ao Consumidor:
0800-16-00-24

Nivea lança inúmeros produtos com Ions de Prata

agosto 25th, 2010

Veja site internacional do fabricante: http://www.niveaformen.com/silver

Versão traduzida: http://www.google.com/translate?hl=en&sl=auto&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fwww.niveaformen.com%2Fsilver

Silver Protect

Silver Protect

How the formula with silver ions works

The antibacterial formula with silver ions is highly active and fights against bacteria rapidly: Silver ions are able to enter the bacterial cells and to deactivate their vital functions. This leads to a loss in viability of the bacteria and the inhibition of bacterial replication.

The products of the Silver Protect Range contain highly active silver ions providing various benefits:

  • The deo-shower and deo-sprays with silver ions are simultaneously tough on bacteria and gentle to the skin. The formulas reliably prevent the onset of body odour and keep the skin healthy and feeling refreshed.
  • The shaving and after shave products with silver ions work as follows: They effectively protect from bacterial action in a gentle manner and the after shave products support skin recovery after shaving. Additionally the after shaves deliver a cooling, invigorating experience.

Irritations or redness? No chance with the new Silver Protect range!

Desodorante Nivea Silver

agosto 25th, 2010

Muito mais tecnologia! Muito mais proteção!

Novo NIVEA FOR MEN Aerosol Silver Protect. Sua fórmula contém móleculas de prata, que reduzem as bactérias responsáveis pelo mau odor nas axilas. Garante 24h de proteção eficaz antitranspirante e possui fragrância refrescante e masculina.

Desodorante Silver Protect

Visite site do fabricante: http://www.nivea.com.br/products/show/26999

Mais sobre o estranho Homem Azul

agosto 24th, 2010

É interessante notar que existem no máximo 24 casos de “Argiria” (Descoloração acizentada permanente da pele, conjuntiva e órgãos internos resultante da utilização contínua de sais de prata) relatados: Sendo o mais famoso do nosso querido Homem Azul. Um homem de 56 anos de idade que desenvolveu argiria enquanto estava usado um produto de prata( Sal de Prata especificamente, como mostrado em outro POST) . O homem, que vendia e usava prata  por três anos, desenvolveu descoloração azul/cinza de suas unhas acompanhado por um nível bastante alto de prata no sangue.

Enquanto que os antibióticos e outros medicamentos alopáticos aprovados  provocam efeitos colaterais e causam a morte de milhares por ano.

Purificadores de água EVEREST tem estágio com Prata Coloidal

agosto 24th, 2010

Veja site do fabricante:

http://www.everest.ind.br/produtos/purificador_agua/tabelas/tabela_star.html

Purificadores de água Latina tem estágio impregnado com Prata Coloidal

agosto 24th, 2010

Veja site do fabricante:

http://www.latinanet.com.br/produtos/pop_modelo.asp?cod_secao=114

Europa SNTA - Sistema Natural de Tratamento de água com estágio impregnado com prata coloidal

agosto 24th, 2010

Veja mais no site do fabricante:

http://www.europa.com.br/tecnologia/sistema_snta.asp

Purificadores L´aqua com estágio impregnado com prata coloidal

agosto 24th, 2010

Veja mais no site do fabricante:

http://www.lacquaonline.com.br/produtos2.php?pg=4

Purificador de água Brastemp tem estágio de filtragem impregnado com Prata

agosto 24th, 2010

Veja mais no site do fabricante:

http://www.brastemp.com.br/purificador/index.aspx

Máquina de lavar da Samsung com tecnologia de desinfecção usando Prata Coloidal

agosto 24th, 2010

A nova lavadora K4 lava, seca, esteriliza e lava a seco

  • Air Wash system
  • elimina ácaros e bactérias
  • motor resistente e silencioso
  • Silver Wash - tecnologia de nanopartículas de prata da SAMSUNG
WD6122CKC

Veja mais no site do fabricante:

http://www.samsung.com/br/consumer/home-appliances/wash-and-dry/wash-and-dry/WD7122CKC/XAZ/index.idx?pagetype=prd_detail

Maquina de lavar da LG com tecnologia de esterilização baseada em Prata Coloidal

agosto 24th, 2010

Veja mais detalhes no site do fabricante:

http://www.lge.com/br/eletrodomestico/lavadora-de-roupas/LG-lava-e-seca-WD-12596RDA.jsp

Esclarecimentos em relação a matéria exibida no programa Domingo Espetacular da Rede Record

agosto 24th, 2010

Com o objetivo único de esclarecer e orientar as pessoas que tem interesse em se beneficiar da Prata Coloidal, criamos este site. Jamais fora nossa intenção causar qualquer dano em nossa imagem, muito
menos na imagem da Prata Coloidal que desde o século passado ajudou muitas pessoas a curar inúmeros tipos de doenças…
Nossa intenção, ao esclarecer este fato, não é causar o pânico que a emissora tentou passar, fazendo uma matéria totalmente sensacionalista. Usaremos este espaço apenas para dissertar sobre a Prata Coloidal, seus benefícios e suas orientações.
Ao contrário do que afirma a reportagem, aquele senhor azul nunca ingeriu água com Prata Coloidal, o que ele fez foi ingererir água com sais de prata, conforme consta em posts anteriores.

Verifiquem vocês, amigos leitores, que o uso de Prata Coloidal já é gigante, independente de Homens Azuis ou não.

A desinformação sim causa problemas. O uso indevido e exagerado de qualquer coisa causa problemas.

Imaginem se usarmos Água Sanitária para escovarmos os dentes. Ela é ótima para deseinfecção não é o que dizem!?

A verdade sobre o Homem Azul e mentira sobre a prata coloidal

agosto 24th, 2010

Qualquer pessoa que já pesquisou sobre Prata Coloidal na internet provavelmente se deparou com a estória de Paul Karason, cuja a mídia o chamou de “Homem Azul” ou “smurf”. Apesar de a mídia (americana) continuamente dizer que ele estava tomando prata coloidal, nada poderia estar mais longe da verdade. A estória do “homem azul” se tornou um emaranhado de desinformação que foi produzido por uma firma de relações públicas e pago pela indústria farmacêutica. O propósito desta campanha era assustar as pessoas e evitar que elas fizessem uso de prata coloidal.

A tática usada nesta campanha foi dizer que a doença de Paul Karanson foi causada pelo uso de prata coloidal e, portanto, dando a entender que qualquer um que tomasse prata coloidal sofreria do mesmo mal. A verdade é que Paul tem uma doença rara chamada argiria, que deixa a pele em um tom cinza azulado. Ele adquiriu esta doença pois tomava um composto de prata feito em casa que consistia em uma altíssima concentração de prata iônica. Como muitas pessoas ainda hoje, ele achava que estava fazendo prata coloidal. Ele não estava fazendo prata coloidal. Além disso, para deixar a solução ainda mais perigosa, ele adicionava sal e, então, através de eletrólise ele produzia cloreto de prata concentrado com partículas muito grandes, esta solução sabidamente causa argiria. Para piorar as coisas, Paul Karanson não apenas tomava doses elevadas deste perigoso composto, ele tambem a passava no corpo todo e, então, deitava ao sol para “fixar” o cloreto de prata ao seu corpo. Nos dias sem sol, ele ia se “bronzear” com o perigoso composto em câmaras de bronzeamento artificial.

Mais sobre a estranha História do Home Azul. Consumo de SAL DE PRATA e não prata coloidal.

agosto 24th, 2010

matéria original: http://www.purestcolloids.com/blue-man.php

matéria traduzida: http://www.google.com/translate?hl=en&sl=auto&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fwww.purestcolloids.com%2Fblue-man.php

The Blue Man Fraud

By now nearly everyone has seen the story about Paul Karason who the news media has dubbed “The Blue Man”. Although the news media has continually said that he was taking colloidal silver, nothing could be further from the truth. The Blue Man story became a major media disinformation event which was produced by a public relations firm and paid for by a pharmaceutical interest. The purpose of this campaign was to scare the public away from using colloidal silver products. The tactic was to claim that the Blue Man’s condition was caused by his use of colloidal silver thus implying that anyone who uses colloidal silver would suffer a similar fate. The entire story as presented is a study in blatant misrepresentation. The fact is that Paul has a condition called argyria that turns the skin a blue-gray color. He got this condition by taking his homemade silver compound that was mostly a highly concentrated ionic silver solution. When he prepared the solution he believed he was making colloidal silver. He was not making colloidal silver. To make the solution even more dangerous, he added salt to the brew and then used electrolysis to make a high concentration of silver chloride with large particles which is well known to cause argyria. He further applied the compound to his skin causing him to become an internal and external photographic plate. To finish himself off, he used a tanning bed to “fix” the silver in his body. The moral of the story is to know the difference between true colloidal silver and ionic silver or silver proteins, and don’t try to make either at home! (True colloidal silver cannot be made at home.)

The Blue Man charade demonstrates once again that the mass media cannot be trusted to report anything that even resembles a truthful “news” story. All “news” today is propagated with an agenda just like the phony economic statistics put out the U.S. government.

Blue Man Fraud

Paul Karason

O estranho relato do homem azul. Consumo de alta dose de SAL DE PRATA e não prata coloidal

agosto 24th, 2010

The Colloidal Silver Blue Man and Argyria, Revisited

The Colloidal Silver Blue Man and Argyria, Revisited
This article on the so-called “blue man” by the good folks at SOTA Instruments just goes to show that what I have been saying all along about colloidal silver is true: the key to safe and sane colloidal silver usage is in the dosage.
According to the article, the so-called “blue man” was apparently taking upwards of 20 ounces a day, and at one point was adding baking soda and/or salt to increase the concentration. Yes, apparently for years on end. This is WAY too much colloidal silver to be taking daily, for such long periods of time.
In my opinion, this kind of reckless colloidal silver usage is the direct result of all of the colloidal silver web site operators out there claiming that it is impossible to contract argyria from “properly made colloidal silver,” and that you can drink all you want and never have any side effects. But the truth is, it is strictly a matter of ingesting more mineral silver on a regular basis than the liver and kidneys can expel. If you drink more colloidal silver than your normal channels of elimination can handle, your body will store the excess silver, and, over time, will push it out to your skin, which is your third major organ of elimination. And when the sun hits it, it will “tarnish” your skin.
Using colloidal silver with in MODERATION and with common sense is the key. Just like mother used to say, “All things in moderation.” We all know this, almost innately. Yet for some reason when it comes to colloidal silver usage some people become absolutely obsessed with the idea that more is always better. They seem to think that if an ounce a day is helpful, then 16 or 20 ounces a day must be incredibly helpful. It amazes me, because these same people probably take a daily multi-vitamin/mineral supplement, and they have probably received significant benefit from it. Yet they wouldn’t think of taking the whole bottle of vitamins and minerals every day. Common sense alone would tell you that there will be significant problems if you take such an excessive amount of vitamins on a daily basis. Yet it never occurs to them that drinking 16 to 20 ounces a day of colloidal silver for weeks, months or even years on end is excessive.
Again, I believe this is because of the plethora of misleading information that can be found on the internet. One well-known colloidal silver advocate used to write that when colloidal silver doesn’t work for you, the problem is not that it didn’t work, but that you simply aren’t taking enough. How could he possibly know this? He advocated taking as much as 16 ounces a day or more. When I interviewed him at a health show about eight years ago, he bragged about drinking a half a gallon of colloidal silver the night before. Interestingly, after reports surfaced that his advice had caused at least two people to contract argyria, his web site disappeared from the internet. He apparently took it down. He has apparently also moved out of the country. But a number of colloidal silver vendors continue to post his articles to their web sites, advocating these unnecessary and excessively high levels of daily colloidal silver intake.
I have been a long-time dedicated user of colloidal silver, ever since it helped save my wife’s toes from amputation nearly 13 years ago, and helped me resolve a long-standing case of chronic fatigue syndrome that would frequently leave me debilitated for weeks and sometimes even months every year. So please don’t mistake what I am saying here as being negative toward colloidal silver. What I am negative toward is misleading information about colloidal silver dosage.
The bottom line is that we have to keep all of this in perspective. There are many other beneficial all-natural substances out there that can cause harm in excessive dosages, yet we don’t eschew the use of these substances. We just take them in moderation and with common sense, in order to take advantage of their healing benefits.
As I stated in a previous blog entry:
You’ve got to realize that there is no substance on earth that does not have very real side effects when used in excess. For example:
  • Sugar: Diabetes, pancreatitis and heart disease are very real side effects of excessive usage of sugar.
  • Iron: Cirrhosis of the liver and heart failure are very real side effects of the excessive usage of iron supplements.
  • Calcium: Kidney malfunction, calcification of soft tissue within the body, cellular toxicity and impaired immune function are very real side effects of excess usage of calcium.
  • Vitamin A: Muscle pain, fatigue, irritability, depression, schizophrenia, fever, liver damage and anemia are very real side effects of the excessive usage of Vitamin A.
  • Water: What’s more, DEATH is a very real side effect of the excessive usage of…water (it’s called “drowning”).
None of those side effects justify being afraid to use the substances mentioned. Why? Because the key phrase involved in each one is “excessive use.” When used in moderation, these substances are not only benign, but helpful. When used in excess, they can cause serious health consequences.
It is exactly the same with colloidal silver. If you use it in moderation it is completely harmless, and in fact extremely beneficial for boosting immunity and warding off infections of all sorts. It even helps the body heal from chronic degenerative diseases such as lupus, MS, rheumatoid arthritis, chronic fatigue syndrome, fibromyalgia, Lyme disease and a host of others that often are caused by underlying hidden infections.
But if used in excess daily over long periods of time, the result can be argyria, or skin-staining. It is a harmless, but cosmetically unappealing condition resulting from silver particles being pushed to the skin (the body’s third major organ of elimination) at which point they oxidize (or tarnish) from exposure to the sun.
Out of the estimated 10 million users of colloidal silver throughout North America, only a very small handful have been naive, ignorant or ill-informed enough to take such excessive quantities over such long periods of time to result in skin-staining. It is ridiculous to blame the substance for the misuse by the person. That’s kind of like saying water is terrible for you because several thousand people a year die in it due to drowning.
For anyone interested in learning about safe and common sense colloidal silver usage, please visit http://www.thesilveredge.com/ and download a copy of the FREE special report titled “What’s the “Safest” Daily Dosage for Colloidal Silver?” which uses the EPA’s (Environmental Protection Agency) own figures to determine how much colloidal silver is safe to take daily, based upon your weight. Just use the link in the located in the upper left-hand corner of the home page.
Also, if you want to learn even more about the safe usage of colloidal silver, Life & Health Research Group has recently placed their one-hour, studio-quality Colloidal Silver Secrets video on sale for under twenty bucks. If features myself, Steve Barwick (aka Spencer Jones), author of the newly updated and soon-to-be-released 500-page book The Ultimate Colloidal Silver Manual, being interviewed relentlessly by television personality Kristyn Burtt on just about every aspect of colloidal silver usage you can imagine. Check it out now at http://www.lifeandhealthresearchgroup.com/
Para visualizar em português, acesse:
http://www.google.com/translate?hl=en&sl=auto&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fcolloidalsilversecrets.blogspot.com%2F2008%2F02%2Fcolloidal-silver-blue-man-and-argyria.html

Livro sobre uso de Prata Coloidal em processo fabril de Vinhos

agosto 24th, 2010
A Prata Coloidal no Tratamento e Conservação dos Vinhos
1954
José Viana Marques Gomes
Vinho
Colecção
Anais do Instituto do Vinho do Porto
Encadernação
Brochado (Capa Mole)
Editora
Instituto do Vinho do Porto
Idioma
Português
Núm. Páginas
26

Acesse o site em: http://www.alfarrabista.com/E/1033692/Livro/A%20Prata%20Coloidal%20no%20Tratamento%20e%20Conserva%C3%A7%C3%A3o%20dos%20Vinhos

Um gerador de prata coloidal é de uso médico?

agosto 24th, 2010

Um gerador de prata coloidal não é e também não pode ser considerado de uso médico.
Soluções de prata coloidal tem aplicações industriais, texteis, biológicas, filtragens, aviação, agropecuária, vinículas e muitas outras.

B-Safe- Eficiencia em desinfecção com Prata Coloidal

agosto 24th, 2010

O papel dos íons de prata na redução das crises alérgica

agosto 24th, 2010

Prata Coloidal em Piscinas

agosto 24th, 2010

Tratamento Eletrônico Através da Ionização da Água

Alternativa saudável e eficaz para purificação de água. Purificação feita através da introdução de Íons de cobre e prata na água através de processo eletrolítico. Ions de cobre e prata são biocidas naturais destruidores de microorganismos nocivos a saúde. Estes íons são produzidos por equipamentos de forma controlada e automática tornando sua piscina saudável e sem cloro.

Ionizador Funcionamento Ionizador

Desinfecção da água da piscina através de Ionização por cobre/prata

agosto 24th, 2010

Desinfecção da água da piscina através de Ionização por cobre/prata
É cada vez maior o número de piscinas públicas que trocam a desinfecção por
cloro pelo tratamento de água à base da ionização por cobre/prata. Este facto
deve-se, fundamentalmente, a dois factores:
1. Melhorar a qualidade geral da água
Apesar de ser dos mais poderosos desinfectantes que se conhecem, o cloro
vem sendo encarado como um inimigo a abater, devido a diversos problemas
directamente associados à sua utilização:
+ o cloro desidrata os olhos, a pele e as mucosa, mancha os dentes;
+ a presença de elevados níveis de cloraminas (cloro combinado) em piscinas
cobertas provoca um forte odor a cloro (agravado quando não existe ventilação
adequada);
+ o cloro utilizado na desinfecção, produz entre outros compostos orgânicos
voláteis, clorofórmio (composto cancerígeno) e está associado a problemas
como infertilidade, deficiente desenvolvimento infantil, alterações do sistema
imunitário, desenvolvimento de alergias, asma e outras doenças pulmonares
(nomeadamente em crianças com menos de 6 anos), etc.;
+ a saúde dos nadadores é directamente afectada pelo uso de cloro, dado
correrem riscos de alteração dos tecidos pulmonares devido à inalação e �
absorção através da pele dos subprodutos químicos tóxicos desse tratamento
de água das piscinas (riscos superiores à própria ingestão da água).
Por estes motivos têm-se procurado alternativas eficazes a este tipo de tratamento:
Oxigénio puro e Ozono – são os melhores dos novos sistemas, mas são também
muito mais dispendiosos. Têm todo o poder desinfectante do cloro e nenhum dos
seus inconvenientes. Apesar de eliminarem quase totalmente a necessidade de
químicos, não dispensam a presença de um residual mínimo de cloro.
Ultravioletas – a água é esterilizada ao passar sob uma lâmpada que emite
raios ultravioleta. É um processo sem efeito residual, ou seja, acontece uma
esterilização pontual à passagem pela lâmpada emissora dos ultravioletas, mas
não resta qualquer residual de desinfectante para actuar sobre contaminações
que surjam a jusante (no tanque da piscina). Este método continua a exigir
a adição de químicos, embora menos do que no tratamento por cloro
convencional. É muito recomendado para situações em que exista uma forte
necessidade de destruição de cloraminas. É um tipo de tratamento mais caro do
que a ionização.
Ionização electrolítica - a água atravessa um tambor onde estão eléctrodos que
a “bombardeiam” com iões de cobre e prata. Estes ficam na água e reagem na
presença de microorganismos, eliminando-os.
A prata interfere com a actividade enzimática e, tal como o cobre, liga-se ao
DNA das células para formar complexos que inibem o processo respiratório na
membrana celular.
Ambos actuam mais lentamente que o cloro na inactivação dos
microorganismos. No entanto, quando associados com pequenas doses de
cloro (recomendado pelo facto destes iões não actuarem sobre substâncias
como a gordura da pele) demonstram ter uma actuação mais rápida na
destruição dos microorganismos do que o cloro sozinho em doses equivalentes
(efeito sinergético).
Este último processo alternativo (mais económico e mais adequado para
piscinas já construídas), apresenta diversas vantagens sobre o sistema
tradicional de desinfecção exclusiva por cloro:
+ os iões cobre e prata asseguram um efeito residual, não se dissipam no ar,
não são corrosivos para os materiais e acessórios das piscinas, são inodoros
e seguros, eliminam também os vírus, e não são afectados pelo calor ou pela
luz solar, por isso o processo de purificação é contínuo;
+ os iões prata são facilmente adsorvidos pelas superfícies, prevenindo dessa
forma a formação de biofilmes;
+ permite prescindir dos algicidas (que impedem a formação de algas) e dos
floculantes (que afundam partículas em suspensão, mantendo o aspecto
limpo da água);
+ diminui a necessidade de utilização de estabilizadores de cloro (ácido
cianúrico) e de correctores de pH;
+ maior conforto (notar que uma das principais aplicações deste equipamentos
é em aquários para golfinhos e outras espécies) para quem utiliza as piscinas
devido, principalmente, à significativa redução dos consumos de cloro;
+ não há necessidade de transportar e armazenar manusear produtos
químicos;
+ o controlo dos teores de cobre e prata não tem de ser tão regular (mas é
imprescindível para evitar que os teores de cobre possam subir ao ponto
de provocar manchas nas juntas da piscina) como os teores de cloro e pH,
donde resulta uma redução das tarefas diárias de manutenção e controlo
desses teores;
+ a utilização de teores de cloro mais reduzidos proporciona uma percentagem
de reacções de decomposição menor, permitindo uma maior facilidade na
manutenção desses teores de cloro, mesmo em alturas de forte afluência de
utilizadores;
+ existe uma maior dificuldade dos microorganismos para desenvolver
resistências a dois mecanismos de desinfecção do que apenas a um;
+ a substituição dos eléctrodos só é necessária para períodos superiores a um
ano de utilização.
Limites máximos permitidos por diversa legislação para os teores de cobre e
prata em águas:
Parâmetro DL - 236/98 (1) DR - 5/97 (2) C. A. Galicia (3) EPA (4) Clearwater (5)
Cobre 0,3 mg/l 2,0 mg/l ß 2,0 mg/l 1,0 mg/l 0,2 – 0,3 mg/l
Prata 0,01 mg/l 0,1 mg/l 0,05 mg/l 0,01 mg/l
(0,08 mg/l ∂) (10 mg/l ß)
∂ – Valor máximo admissível, se se faz uso não sistemático de prata no tratamento das águas.
ß – Valores limite
(1) Valores para a qualidade da água de consumo, segundo o Decreto-Lei n.º236/98.
(2) Valores p/a a qualidade da água dos recintos c/ diversões aquáticas, segundo Decreto regulamentar n.º 5/97.
(3) Valores para a qualidade da água de piscinas, segundo a Comunidade Autónoma da Galiza. www.faps.es
(4) Critério para a qualidade da água de consumo, segundo a EPA (US Environmental Protection Agency)
(5) Valores recomendados pelo fabricante americano Clearwater p/a os seus ionizadores cobre/prata em
piscinas públicas. www.clearwaterpoolsystems.com
2. Reduzir a despesa mensal com os tratamentos
O tratamento de água à base da ionização por cobre/prata, além de ser um
excelente cartão de visita, reduz as despesas de manutenção porque exige
menor adição de químicos, permitindo dispensar até 95% dos químicos
utilizados nos tratamentos convencionais, e cerca de 75 % do cloro utilizado.
A necessidade de manter uma taxa de cloro na água deve-se ao facto dos
iões não actuarem sobre certas substâncias (matéria orgânica que necessita ser
oxidada) e da própria lei impor níveis mínimos a manter (0,5 mg/l). No entanto,
como os iões e o cloro são complementares, a manutenção dessas taxas
mínimas de cloro acaba por reforçar a eficácia do sistema.
Quem gere as piscinas beneficia de uma redução nos custos de manutenção,
pois os iões encarregam-se do extermínio dos microorganismos, havendo menos
necessidade de juntar cloro à água para garantir os níveis microbiológicos
exigidos.
Notar que a razão porque se gasta muito cloro nas piscinas com tratamentos
convencionais tem a ver com o facto do químico se perder em tarefas laterais
(ele reage primeiro com todas as substâncias químicas que encontra perdendo o
seu poder desinfectante, e só depois faz aquilo para que está destinado: eliminar
os microorganismos).
Para além do acima exposto, a crescente descida da qualidade geral dos
cloros encontrados no mercado, depois da sua invasão por cloros provenientes
da Ásia, aumentou a debilidade da posição do cliente final, fazendo disparar os
seus consumos (com todos os incovenientes quer técnicos quer económicos
que isso representa) e diminuindo a qualidade geral da água.

Acesse a matéria na íntegra em:

http://www.mariorebola.com/pdf/artigos/ionizacao.pdf

Processo Salus de purificação. PRATA COLOIDAL

agosto 24th, 2010

1a cadeira (Veterinária e Higiene dos Animais Domésticos) do 4o ano do mesmo curso. Extinto o curso de Engenheiros Agrônomos, o Prof. Hottinger passou a reger a cadeira de Bioquímica, Físico-Química e Eletroquímica do curso de Engenharia Química. Ao lado de Adolfo Lutz e Vital Brasil, entre outros, foi sócio fundador da extinta Sociedade Científica de São Paulo, um importante núcleo de ciência que reunia estudiosos de diferentes formações. Formou na Politécnica uma escola de pesquisadores que se espalharam por São Paulo. Muitos dos professores do curso de Engenharia Química da EPUSP foram seus alunos, preparadores ou assistentes. Preocupava-se, particularmente, com o estudo de processos gerais para combater moléstias próprias do nosso meio. Entre as suas descobertas, a mais conhecida entre nós é a do aproveitamento da ação oligodinâmica dos metais, tendo conseguido com prata coloidal uma perfeita esterilização da água. Essa descoberta ficou conhecida como o processo Salus para esterilização (1/10).

Acesse a matéria na íntegra:

Processo Salus - Histórico da USP - Ano de 1900

http://www.poli.usp.br/Organizacao/Historia/Historico/1893-1900.asp

Filtros Stéfani. Ceramico Brasileiro e com prata coloidal. à venda na Amazon.com

agosto 24th, 2010

O melhor filtro de água é de barro e é brasileiro!

Conhecem? Claro. Quem nunca viu um filtro desse tipo no Brasil?

Pois é ele que encabeça a lista de filtros de água eficientes neste site americano chamado MetaEfficient, autodefinido como Guia das Coisas Altamente Eficientes.

Feito de barro cozido, ou terracota, filtra a água lentamente por gravidade, através de suas velas de cerâmica, enquanto mantém a água fresca. O autor do artigo diz que esse filtro remove 95% de cloro, pesticidas, ferro, alumínio e chumbo, e 99% de criptosporídeos, giárdia e sedimentos. Melhor se for revestido por dentro com prata coloidal, que o mantém livre de pragas.

O filtro da foto é o brasileiro Stéfani, disponível nas melhores casas do ramo e também na amazon.com . Chiquérrimo.

Fabricante:

http://www.ceramicastefani.com.br/faq/index.html

Filtro de cerâmica e prata coloidal

agosto 24th, 2010

A TRADIÇÃO E O FRESCOR DA CERÂMICA

O Filtro de Cerâmica ainda é muito procurado por consumidores. Tradição e eficiência são palavras-chave na hora da escolha

por Tiago Dias

Cerâmica, em grego, significa “material queimado”. O nome provavelmente surgiu quando perceberam que o barro endurecia sob o sol forte. Os primeiros objetos cerâmi-cos armazenavam alimentos e principalmente água - o que hoje ainda é a sua especialidade.
No Brasil, a cerâmica é considerada responsável pelas primeiras indústrias instaladas em São Paulo, no fim do século XIX e começo do XX. Na época, era utilizado o “filtro fiel”, um sistema composto de uma armação de ferro de 1,2 metros, aproximadamente. Em cima da armação uma pedra porosa por onde a água era “filtrada”, caindo em um recipiente de argila que ficava na parte debaixo da armação.
Logo após, foi inventada uma vela capaz de filtrar com mais eficiência, composta de uma mistura de caulim, carvão e outras substâncias. A vela era parafusada dentro do recipiente e com uma torneira pequena instalada do lado externo. Surgiu então o Filtro de Cerâmica. No começo, a produção do filtro era realizada de maneira totalmente artesanal. Um pedaço de argila limpa e tratada era moldada à mão e, em seguida, levada ao forno.
Foi lançado então o filtro conhecido na época como “São João”, pela Cerâmica Lamparelli. Não demoraria muito para ele se tornar um hábito no consumo de água potável.
Segundo o Anuário Brasileiro de Cerâmica, a matéria-prima é considerada qualquer material inorgânico, não-metálico, obtido geralmente após tratamento em temperaturas elevadas. São diversas matérias-primas que podem ser utilizadas na fabricação de artigos cerâmicos, mas o principal delas é a argila. Essa matéria-prima é um material terroso e fino que adquire certa plasticidade ao contato com água, sendo fácil para moldagem. Depois de ser moldado, o objeto é seco e esquen-tado, finalizando o processo.
A indústria de cerâmica engloba dois subsetores, com características bem individualizadas e com níveis de avanço tecnológico distintos.
A cerâmica branca compreende os produtos fabricados com base em massas de argilas cauli-níticas, quartzo e fundente, e que apresentam cor clara após a queima.
A cerâmica vermelha, subsetor que enquadra os filtros de água, é formada em geral pelas olarias e fábricas de louças de barro, compreende os pro-dutos que apresentam cor vermelha após a queima, como por exemplo, tijolos, telhas, potes, moringas, vasos e os próprios filtros.
Existe um consenso entre os fabricantes de filtros de que as propriedades físico-químicas da argila são fundamentais para a qualidade do produto: quanto mais porosa e “pesada” a argila, menos propícia à atividade de olaria (telhas, tijolos) e mais propícia à fabricação de louças, como talhas e filtros, pois ela teria maior capacidade de esfriar a água (ou de mantê-la fresca).

Mercado hoje
À partir da década de 90, o surgimento de novos produtos, como purificadores e água mineral engarrafada, provocou mudanças nas vendas. Mesmo com essa transformação no segmento de filtros residenciais e purificadores, muitas famílias mantêm a tradição e a preferência pelo filtro de cerâmica, justamente por ser um dos mais conhecidos filtros para purificar água.
Existem dois tipos de filtros utilizados nas residências:
Filtro por Gravidade: É onde entra os filtros de cerâmica. Os tamanhos variam de 4 a 16 litros de capacidade (algo em torno de 55 a 75 cm de altura). Não devem ser menores, pois, como utilizam a gravidade para filtrarem a água, é o próprio peso da água que exerce pressão sob a superfície do elemento filtrante. Quanto menor o peso, menor a vazão.
Filtros de Pressão: Os filtros de pressão necessitam de instalação na rede hidráulica das residências e tem seu corpo externo feito de material plástico. São bem menores por serem utilizados à pressão da rede de água residencial. Sendo assim, podem ter praticamente o tamanho do elemento filtrante. “O material mais utilizado é a de celulose entre os modelos mais novos e não necessitam de limpeza”, comenta Maria Valéria Fortuna Rodrigues Gaba, diretora comercial da Casa dos Filtros, considerado um shopping voltado ex-clusivamente para a venda de purificadores, filtros para água residenciais e
industriais. Não há aparelhos por pressão que utilizem estrutura cerâmica.
A cerâmica é uma particularidade dos filtros de barro por gravidade, sendo que há aparelhos por gravidade que utilizam plástico, metal etc. Quanto à composição do elemento filtrante, a gama de opçõesé variada tanto para os aparelhos por gravidade quanto para os aparelhos por pressão, dependendo da escolha de cada fabricante.

Filtro de Cerâmica se moderniza
Segundo pesquisa do IBGE, 54% dos lares no país possuem algum sistema de tratamento doméstico de água (filtro, purificador ou bebedouro).
Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela ABRAFIPA – Associação Brasileira das Empresas de Filtros, Purificadores, Bebedouros e Equipamentos para Tratamento de Água, que estima que sejam produzidos cerca de 150 mil produtos entre filtros por gravidade e potes cerâmicos por mês no país.
Hoje existem outros formatos de filtros de cerâmica, evoluídos justamente para se adaptarem às neces-sidades e exigências dos ambientes mais modernos. “Um grande exemplo é o nosso filtro chamado Design, premiado em 2004, em Hannover na Ale-manha, em uma importante feira internacional de design, ao lado de grandes marcas como IBM, Nokia, BMW, Siemens, entre outros”, comenta Gustavo Branco, diretor da Cerâmica Stéfani. A empresa é considerada a maior fabricante de filtro de barro/cerâmica. Por volta de década de 40, a família Stéfani adquiriu os negócios da Cerâmica Lamparelli, criadora do primeiro filtro de barro/cerâmica, o São João. Nesta época, a produção de filtros se expandiu por todo o estado e país.
Em Jaboticabal, interior de São Paulo, as cerâmicas especializaram-se na fabricação desse produto, tornando-a cidade de maior concentração de produtores de filtros do Brasil. Hoje, são cerca de 25 empresas, entre elas está a Filtros Cristal, conhecida também como Filtros Salus. Marcelo Antonio da Silva, Gerente Financeiro da empresa, comenta que o segmento se adaptou conforme o gosto e a necessidade do usuário. “Existem filtros com a parte superior de plástico e a parte inferior de cerâmica com a vela filtrante, por exemplo. A função é a mesma, mas consequentemente esses filtros são mais modernos e fáceis de manusear”.

Vela Filtrante
Segundo Antonio Martins, Diretor Coorporativo da Pozzani, fabricante de velas de cerâmica para filtragem de água, existem quatro componentes principais para a fabricação do elemento filtrante. “São componentes para a fabricação da massa e, a partir daí, para o desenvolvimento de produto: Quartzo, Caulim, Diatomita e Vidro (vidro moído, sucata de vidro)”.
Segundo Branco, da Cerâmica Stéfani, o elemento filtrante pode ser fabricado com vários materiais, desde cerâmicas até polímeros que necessitam de alta tecnologia para serem fabricados. Isso será definido conforme a filtragem necessária. “A vela filtra devido à porosidade existente após o processo de fabricação, que trans-forma um composto de minerais em materiais cerâmicos porosos. Pode-se utilizar outros ma-teriais cerâmicos, até o barro, mas suas características não apresentam a mesma eficiência da vela cerâmica tradicional”, comenta.
No caso da vela cerâmica, ela reúne características necessá-rias à utilização comum de um elemento filtrante: excelente retenção de particulados, ótima resistência mecânica e custo extremamente baixo de fabri-cação. “A vela cerâmica tem se mostrado o mais eficiente ele-mento filtrante”, diz Marcelo, da Filtros Cristal, “A garantia de consumir uma água filtrada de boa qualidade”.
Já a vela esterilizante é compos-ta de elemento filtrante (retém partículas 1000 vezes menores que um fio de cabelo), mais car-vão ativado (elimina os sabores e odores desagradáveis, especialmente os vinculados com o cloro), e a prata coloidal (que, através do processo oligodi-nâmico, os íons de prata eliminam as bactérias sem con-taminação da água pela prata em si) - tem-se 99,88% de esterilização da água que pode ser obtida de qualquer fonte.

Instalação e Limpeza
Para manter sempre a água fres-ca e pura no filtro de cerâmica, a limpeza e a manutenção devem ser seguidas à risca, assim como a instalação do filtro no local, o lugar escolhido deve ser arejado e afastado do sol.
“A limpeza do filtro deve ser feita com um pano úmido em água numa periodicidade que varia de dois dias a uma semana, dependendo da sujidade do ambiente”, explica Martins, da Pozzani. “Já a limpeza do elemento filtrante (a vela) deve ser feita com água corrente e uma esponja macia”.
A substituição do elemento filtrante deve ser realizada a cada 6 meses para garantir a eficiência indicada. Aquela velha forma de limpar filtro com sal, açúcar, detergente, sabão ou qualquer produto químico é totalmente descartada. No filtro, isso pode passar bactérias pra água e causar entupi-mento. “Hoje os poros são menores, passando açúcar e sal os orifícios podem ser tampados”, diz Maria Valéria, da Casa dos Filtros.

Normas e Certificações
A norma específica aos aparelhos por gravidade, em vigor desde 2004, é a NBR 15176:2004, que deve ser obedecida por todos os fabricantes no país, valendo também para os aparelhos importados. Tanto os de pressão quanto os de gravidade deverão ter a certificação compulsória a partir de 31 de março de 2010.
Na norma, há os Ensaios Obrigatórios, que avaliam o Controle de Nível Microbiológico e Determinação de Extraíveis; e também os Ensaios Classificatórios, onde a Eficiência será verificada. Será avaliada também a Retenção de Partículas, Redução de Cloro Livre e Eficiência Bacteriológica. Desde 2002 existe também a NBR 14908:2004, norma que avalia o desempenho dos aparelhos por pressão.

Benefícios
O filtro de cerâmica não necessita de instalação hidráulica nem elétrica, mas mesmo assim man-tém a água sempre fresca porque a parede do filtroé porosa, permitindo que algumas moléculas de água de dentro do filtro passem para o lado externo, quando essas moléculas evaporam, elas “roubam” calor das moléculas de dentro do filtro, esfriando assim a água. “No caso de nossas exportações, como por exemplo a Austrália e a África do Sul, alguns deles valorizam demasiadamente as características de produto feito à mão e ecologicamente correto, que trata a água, serve de decoração e não agride o meio ambiente”, defende Branco.

A esterilização da água é um fato comprovado através das organizações de ajuda humanitária, como explica Branco: “A Cruz Vermelha é um exemplo, eles adquirem nossos produtos para disponibilizar água tratada em casos de catástrofes (como, por exemplo, o tsunami), utilizando a água disponível, que pode ser de rios, lagos, cisternas, poços, até mesmo água da chuva”.
Segundo Maria Valéria, o filtro de cerâmica sempre terá seu lugar no mercado. “A filtragem é lenta e precisa sempre encher de água a parte superior, mas quem gosta mesmo sempre procura pelo filtro de cerâmica, seja pela tradição ou pelo frescor que a matéria-prima proporciona”, explica.

Acesse a matéria na íntegra:

http://www.meiofiltrante.com.br/materias.asp?action=detalhe&id=351

Ouro e prata a serviço da medicina

agosto 24th, 2010

O ouro e a prata num tamanho 70 mil vezes menor que o diâmetro de um fio de cabelo e capazes de serem observados apenas por meio de potentes microscópios, provavelmente, não teriam nenhum valor para você. Mas, para a ciência, as nanopartículas desses dois metais são muito valiosas: elas surgem como alternativa para transporte e entrega de medicamentos dentro do organismo humano, entre eles o de combate às células cancerígenas, e para a produção de tecidos que ajudam a cicatrizar lesões. É o que constatou uma pesquisa desenvolvida em parceria pelos laboratórios de Química do Estado Sólido e de Química Biológica, ambos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), junto com o Núcleo de Ciências Ambientais da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC).

Acesse a matéria na íntegra:

http://www.cpopular.com.br/cenarioxxi/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1435438&area=2259&authent=10CDBFEF99356B1706B8249EFE6CDC

Silver Nano Health System

agosto 24th, 2010

Nova linha de produtos conta com refrigeradores, lavadoras de roupa, condicionadores de ar e aspiradores de pó

A Samsung traz para o Brasil a inovação de sua linha de produtos com a tecnologia Silver Nano Health System(tm) (sistema de saúde Silver Nano). A tecnologia aplicada em produtos eletrodomésticos tais como condicionadores de ar, refrigeradores, lavadoras de roupa e aspiradores de pó tem propriedades que eliminam as bactérias presentes no ar, nos alimentos e nas roupas e garantem melhor qualidade de vida.

“A nova linha de produtos Silver Nano da Samsung complementa o nosso portfólio no mercado brasileiro, sempre inovando com produtos que agregam tecnologia avançada e design sofisticado. A Samsung tem incentivado o desenvolvimento do Silver Nano Health System(tm), visando oferecer produtos domésticos que estão diretamente relacionados à melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirma José Roberto Campos, vice-presidente da Samsung.

Os produtos de linha branca da Samsung são baseados na tecnologia Silver Nano Health System(tm), um sistema que garante a eliminação das bactérias, através da ionização de nano partículas de prata. Os novos produtos contam com a certificação dos principais institutos do mundo tais como: Kyoto Biseibutu Kenkyusyo (Japão), SLG Pruef-und Zertifizierungs GmbH e Pruef-und Zertifizierungs GmbH (Alemanha), Korea Testing e Research Institute for Chemical Industry e FITI Testing & Research Institute (Coréia do Sul), que atestaram a qualidade da tecnologia de esterilização da linha. Os novos produtos da Samsung já estão disponíveis aos consumidores.

Refrigeradores

A Samsung tem a maior e mais completa linha de refrigeradores side-by-side do mercado e, inicialmente, traz ao Brasil seis novos modelos Silver Nano com geladeira e freezer integrados.

Os produtos contam com um sistema exclusivo de refrigeração, Twin Cooling System(tm). Num refrigerador convencional, há apenas um evaporador, responsável pela troca de calor, que trabalha tanto para o refrigerador quanto para o freezer, que é sabido que demandam condições diferentes de armazenamento. O Twin Cooling System conta com dois evaporadores independentes (um para o freezer e outro para geladeira) além de 7 sensores eletrônicos de Temperatura. O sistema Twin Cooling System(tm) faz com que o ar e o odor das duas partes não se misturem, mantendo os alimentos ainda mais frescos, conservando seus sabores e suas qualidades nutritivas, com um menor consumo de energia (cerca de 30%). Esse sistema é uma patente da Samsung.

Outro diferencial dessa linha de produtos é o Cool Select Zone, uma gaveta localizada na parte interna do refrigerador que permite ao consumidor conservar o alimento de acordo com a necessidade. Os novos refrigeradores estão disponíveis nas cores branca, preta, prata e inox, de acordo com os modelos. Um deles tem as portas espelhadas, o outro é o primeiro SxS preto do mercado e alguns modelos estão disponíveis em versões compactas, também uma inovação trazida pela Samsung.

Lavadoras de roupa

A tecnologia Silver Nano proporciona o mais inovador sistema de lavagem do mundo com o uso da prata no processo. As novas lavadoras não precisam de água para esterilizar todos os tipos de tecidos. Por isso, as lavadoras são ideais para esterilizar blusas extra-delicadas, camisas finas, lingeries e roupas de bebê com muito menos consumo de energia. O sistema de lavagem com prata de Silver Nano mantém a roupa limpa e protegida por até 30 dias. As lavadoras são equipadas com uma quantidade de prata pura suficiente para pelo menos 10 anos de uso do equipamento (2000 lavagens).

Os dois novos modelos de lavadoras lançados no Brasil contam com o exclusivo sistema Silver Nano de lavagem que destrói as bactérias alojadas nos tecidos das roupas. Milhões de íons de prata (Ag+) se misturam à água durante o processo de lavagem e penetram nas células dos microorganismos, suprimindo a respiração e eliminando-os.

Condicionadores de ar

Na linha de condicionadores de ar, a Samsung apresenta dois novos modelos que garantem um ambiente doméstico sempre saudável. São eles: o Premium de 12.000 BTUs (AS12CM) e o Prestige de 9.000 BTUs (AS09CM), com a tecnologia Silver Nano que eliminam do ar as bactérias e os germes durante o processo de filtragem, devolvendo ao ambiente uma brisa fresca e pura.

Os aparelhos contam com seis etapas de filtragem: Silver Nano, Desodorizador, Anti-alérgico, Evaporador Silver Nano, Cross Fan e Bionizer. O primeiro filtro (Silver Nano) tem um exclusivo agente bactericida. O segundo (Desodorizador) tem carbono ativado que absorve fumaça de cigarro, odores animais e de suor. O terceiro (Anti-alérgico) retém o pó através de uma camada que bloqueia sua passagem. O Evaporador possui a função de troca de calor e alto poder de eliminação de bactérias. O último filtro do processo, o Cross Fan, tem a missão de impedir a proliferação de fungos e bactérias para aumentar a durabilidade de componentes internos. O Bionizer libera 1,25 bilhões de íons negativos, sem ozônio, por segundo para tornar o ar mais suave e purificado.

Outro recurso exclusivo oferecido pela tecnologia Silver Nano para condicionadores de ar é que não é necessária a troca do filtro de ar. Como a vida útil do filtro é considerada “semi-eterna”, basta lavá-lo em água morna quando necessário, secá-lo e recolocá-lo no aparelho.

Aspirador de pó

O novo aspirador de pó conta com nano partículas que eliminam fungos e bactérias presentes no pó, permitindo uma limpeza profunda. O aparelho elimina as bactérias do ar durante a aspiração, contando com um sistema de filtragem, o Cyclone, revestido com nano partículas de prata que oferecem uma camada de proteção bactericida que elimina de vez a ação dos germes. O filtro fica no próprio cabo do aspirador, o que facilita a aspiração e filtragem de partículas maiores e mais pesadas de pó, antes de entrar no compartimento principal. Ergonomia e fácil manutenção são outras vantagens do aparelho.

TECNOLOGIA SILVER NANO HEALTH SYSTEM(tm) DA SAMSUNG ELIMINA BACTÉRIAS E GERMES DOS AMBIENTES MAIS IMPORTANTES PARA A SAÚDE

Íons de prata (Ag+) eliminam bactérias e germes dentro de refrigeradores, lavadoras de roupas, condicionadores de ar e aspiradores de pó

O Silver Nano Health System(tm) é uma tecnologia desenvolvida pela Samsung e aplicada nos eletrodomésticos que elimina as bactérias oferecendo melhor qualidade de vida e saúde para pessoas. Através da ionização da prata - metal conhecido por ser um agente bactericida natural -, são gerados nano íons de prata (bilionésima parte de um metro), que liquida mais de 650 tipos de bactérias prejudiciais à saúde e que causam odores desagradáveis.

Para o Silver Nano Health System(tm), a Samsung desenvolveu uma solução de prata coloidal que possui íons de prata (Ag+). Esses íons penetram facilmente nas células de microorganismos, suprimem a respiração e inibem o seu crescimento. A carga positiva do íon aumenta a área de contato e atrai elementos com carga negativa, o que aumenta o número de moléculas afetadas.

“A Samsung mais uma vez coloca no mercado brasileiro produtos com design e tecnologia avançadas e cria através dos produtos com a tecnologia Silver Nano Health System cria uma zona de proteção da saúde na residência do consumidor. A eliminação de 99,9% dos microorganismos nocivos do ambiente, a qualidade de vida e da saúde do usuário tendem a melhorar”, afirma José Roberto Campos, vice-presidente executivo da Samsung.

Lavadoras Silver Nano

O Silver Wash, sistema aplicado em lavadoras de roupa Samsung com a tecnologia Silver Nano, oferece esterilização de 99,9% das bactérias existentes nas roupas e proteção de 30 dias após a lavagem contra microorganismos.

Como a prata em sua forma natural não pode penetrar no tecido para eliminar as bactérias, o sistema Silver Nano realiza eletrólise em prata pura, formando íons de prata (Ag+) livres. Nesse processo, mais de 400 milhões de íons de prata são criados. Durante a lavagem e enxágüe, essa solução de prata coloidal é liberada e os nano íons de prata penetram no tecido, eliminam as bactérias e revestem as fibras, garantindo que a proteção se estenda por até 30 dias.

Além disso, as lavadoras com tecnologia Silver Nano Health System(tm) não necessitam de água quente para realizar a esterilização, evitando assim o desgaste dos tecidos e gerando maior economia. Por isso, essas lavadoras são ideais para esterilizar blusas extra-delicadas, camisas finas, lingeries e roupas de bebê, com muito menos consumo de energia.

Outro benefício desse sistema é que a proteção criada nas roupas impede os odores desagradáveis do suor humano, já que as bactérias, verdadeiras causadoras do mau cheiro, são eliminadas. O Silver Wash é um sistema que não agride o meio ambiente e a sua vida útil é de, em média, 2.000 lavagens completas (total capacidade da lavadora). Se a lavadora for usada três vezes por semana, o sistema durará mais de 13 anos;

Refrigerador Silver Nano

Os refrigeradores da Samsung com a tecnologia Silver Nano criam um ambiente protegido de bactérias e fungos, garantindo que os alimentos fiquem frescos por mais tempo e que odores desagradáveis, comuns em geladeiras, não se façam presentes.

A proteção ocorre graças ao revestimento especial, que contem íons de prata (Ag+) em suspensão, das paredes internas e das portas do refrigerador. Quando o ar circula dentro do eletrodoméstico, as bactérias penetram nas células e impedem o desenvolvimento e a reprodução das mesmas, eliminado-as do ambiente interno. Sem sofrer a ação dos microorganismos, a qualidade dos alimentos é mantida por mais tempo e os odores desagradáveis são evitados.

Em uma hora, a tecnologia Silver Nano garante a eliminação de 80% das bactérias no interior do refrigerador; em 24 horas, 99,9% delas. A vida útil do Silver Nano Health System(tm) em refrigeradores é classificada como “semi-eterno”.

Esses produtos também possuem o exclusivo Twin Cooling System(tm) que equipa o refrigerador com dois evaporadores independentes - um no refrigerador e outro no freezer - e com sete sensores de temperatura para um controle preciso em cada compartimento. Esse sistema proporciona maior umidade no refrigerador e desumidificação no freezer, permitindo que os alimentos fiquem conservados por mais tempo, além de não misturar odores e garantir maior economia de energia (cerca de 30% menos).

Condicionador de Ar Silver Nano

Os condicionadores de ar da Samsung apresentam tecnologia Silver Nano, eliminando do ar bactérias e germes durante o processo de filtragem e devolvendo para o ambiente uma brisa fresca e pura.

O ar impuro entra em contato com o revestimento do sistema de filtragem do aparelho, que possui íons de prata (Ag+). Esses íons penetram nas células de bactérias, fungos e germes, suprimem sua respiração e os eliminam do ambiente.

Outro recurso oferecido pela tecnologia Silver Nano em condicionadores de ar é que não é necessária a troca do filtro de ar. Como a vida útil do filtro é considerada “semi-eterna”, basta lavá-lo em água morna quando necessário, secá-lo e recolocá-lo no aparelho.

Os aparelhos contam com seis etapas de filtragem: Silver Nano, Desodorizador, Anti-alérgico, Evaporador Silver Nano, Cross Fan e Bionizer. O primeiro filtro (Silver Nano) tem um exclusivo agente bactericida. O segundo (Desodorizador) tem carbono ativado que absorve fumaça de cigarro, odores animais e de suor. O terceiro (Anti-alérgico) retém o pó através de uma camada que bloqueia sua passagem. O Evaporador possui a função de troca de calor e alto poder de eliminação de bactérias. O último filtro do processo, o Cross Fan, tem a missão de impedir a proliferação de fungos e bactérias para aumentar a durabilidade de componentes internos. O Bionizer libera 1,25 bilhões de íons negativos, sem ozônio, por segundo para tornar o ar mais suave e purificado.

Aspirador de pó Silver Nano

A tecnologia Silver Nano também foi aplicada nos aspiradores de pó da Samsung, oferecendo aos consumidores um aparelho que além de retirar pó e outras impurezas maiores do ambiente, expele o ar livre de germes e bactérias.

O produto conta com o exclusivo filtro Cyclone, que conta com a aplicação do Silver Nano. Esse filtro possibilita um uso mais prático, uma vez que se tem a visualização da sujeira no filtro. Ele possibilita maior poder de sucção, fácil manuseio (para limpar bastar retirar e lavar com água), além da ação do Silver Nano.

Os microorganismos nocivos que estão no ar e junto à poeira são eliminados durante o processo de filtragem, quando íons de prata (Ag+) existentes penetram no interior das células de bactérias e germes, eliminando-os.

Sobre a Samsung

Presente no Brasil desde 1986, a Samsung inaugurou sua primeira unidade industrial no País em 1995, em Manaus. Desde então, investiu mais de US$ 300 milhões, incluindo a construção em 2004 de uma fábrica de telefones celulares em Campinas, São Paulo. A Samsung é uma das líderes no mercado brasileiro de monitores e líder no setor de discos rígidos (HDD) para PCs. No Brasil, a empresa atua, também, nos mercados de unidades de discos óticos, de telefones celulares e, desde outubro de 2004, de produtos de áudio e de vídeo, sendo reconhecida pelo design inovador e tecnologia avançada, com forte presença no segmento de alto valor agregado. A Samsung obteve faturamento de US$ 700 milhões em 2004, com crescimento de 46% em relação ao exercício anterior, de US$ 480 milhões.

Links externos:

http://en.wikipedia.org/wiki/Silver_Nano

http://www.samsung.com/sg/consumer/learningresources/silvernano/site.html

http://www.samsung.com/br/function/search/espsearchResult.do?keywords=silver+nano&input_keyword=silver+nano